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Réstias do Tempo - Blogmaster

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

Réstias do Tempo - Blogmaster

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

Reencontrei ontem

REENCONTREI ONTEM - por acaso, na Net

No 53º. Aniversário da FAP. em 2005. alguém me pediu (um jornaleiro), para dizer umas palavras sobre o acIdente fatal em 1955 dos oito F-84 na Serra dos Carvalhos, uma vez que o mesmo tinha acontecido lá na minha terra. Tudo bem. O escriba escreveu que eu tinha dito que os aviões iam a 4.000 quilómetros por hora. (Não foi a única vez que me aconteceu). 

É por isso que eu gosto da HONESTIDADE deles.

NOTA: "Desonestidade", burrice, o que quiserem. Deitar da boca para fora é uma coisa, escrever é outra muito diferente... E um "jornalista", como o jornal onde ele trabalha, devem saber disso muiro bem.

Se não sabem a diferença, são incompetentes... e, entre um desonesto e um incompetente a dificuldade é escilher o pior.  

Aniceto Carvalho

O Retrato da Ricardina

O RETRATO DA RICARDINA ´

(Livro do Camilo Castelo Branco)

No último ano de escolaridade a criatura tirou doze a história, a disciplina que se pode tirar um curso de principio ao fim sem pegar numa caneta, torceu o nariz ao português, não ao miserável sete na língua materna, mas à disciplina como se esta tivesse culpa dele ser um cábula.

CURSO SUPERIOR? VAI PARA JORNALISMO.

Aniceto Carvalho

A frase da época

A FRASE DA ÉPOCA

Por muito pouco ou nada que diga à generalidade das pessoas é uma das frases mais verdadeiras da actualidade: “Um homem que não é capaz de governar uma mulher não é capaz de governar coisa nenhuma”.  Basta olhar para as mãos dos políticos, governantes, de tudo o que vive por baixo das luzes e atrás de câmaras. E podem escrever: Não é nada promissor.

Aniceto Carvalho

Socialismo e economia

Cada um é livre de acreditar, ou não, no que melhor lhe soar aos ouvidos... Ou porque não sabe ou porque não quer saber. A opção é pessoal, mas seja qual for caso, se é por não querer saber, é sempre reprovável. 

Aniceto Carvalho

O velho embaixador

O VELHO EMBAIXADOR
E dizia o velho embaixador: Não jovem colega... nós, os portugueses de hoje não descendemos dos portugueses que fizeram Luanda, Lourenço Marques, que deram Novos Mundos ao Mundo, etc., etc.... nós, os portugueses de hoje descendemos dos portugueses que nunca saíram de Portugal.
Aniceto Carvalho

O COMENTADOR

UM FILME COM O TOM HANKS

A criatura apontou a pistola ao outro. Premiu o gatilho, a arma encravou.

Ficou surpreendido, virou a arma para si, espreitou pelo cano...

Voltou a premir o gatinho…

Era comentador da reportagem do DN sobre os carros da Madona.

 Amiceto Carvalho

 

JUSTIÇA SOCIAL

Como pelos vistos sou culpado por ser viúvo, por ter acutelado o futuro para não morrer de fome na velhice, e por ter boa saúde, este mês vou pagar a minha pensão inteirinha em IRS para o meu presidente andar aos beijinhos a piolhosos que nunca na vida mexeram  uma palha, que nem o que lhe dão de mão beijada querem aceitar.

Aniceto Carvalho

Pessoas muito importantes

PESSOAS MUITO IMPORTANTES

A aviação é um ramo de actividade em que toda a gente é muito importante: Pilotos, controladores, secretárias, assistentes, tractoristas, bagageiros, etc. e tal por aí fora… o único gajo que não interessa a ninguém na aviação é o que arranja os aviões para que todos os outros lá estejam.

Aniceto Carvalho

NOTA SOBRE O TEXTO

Estava a ver um filme que abordava uma profissão do ramo aeronáutico que, sei lá porquê, parece gostar muito de cólinho.

Saiu isto: Este texto  foi escrito por um mecânico de avião, eu próprio, o tal “único  gajo que não interessa a ninguém na aviação”.

Pensava que tivessem percebido...

Aniceto Carvalho

Quando eles gostam de cólinho

QUANDO ELES GOSTAM DE CÓLINHO

Eu pertenço àquele tipo de indivíduos que são capazes de fazer tudo em que metem as mãos. Sem exagero. Fiz tudo. Plantei batatas, tirei água à picota, (na minha terra chama-se burro), varejei azeitonas, beneficiei rodas, arreei e atrelei cavalos a carroças, substituí carretos em caixas de velocidades, fiz mobílias, estufei automóveis e móveis de sala, consertei aviões, helicópteros e electrodomésticos, e escrevi livros.

Tudo isto e muito mais, sem qualquer exagero. E bem.

Tinha uma mulher que me acompanhava taco a taco.

As profissões em que não participei, não me passaram ao lado. Nalgumas delas, em que inclusive tive a oportunidade de assistir mais de perto, ainda estou para saber o porquê de tanta algazarra e colinho, deles próprios, em tudo o que é comunicação social, governos e governantes.

Aniceto Carvalho

ELES LÁ SABEM

Uma das primeira empresas portuguesas de Internet era daqui desta zona, Chamava-se NetSado. Daqui perto e eu até conheci o dono.

Quando o Clix oferecia o CD de borla pela adesão, a Netsado ainda queria 2.500 escudos pela inscrição. Como era de esperar, não demorou muito a dar um estoirou como uma castanha num magusto.

Agora temos a dança dos jornais. Alguns deles viram a tempo qual era o caminho. O OBSERVADOR, por exemplo... O Expresso, porém, quer que os utilizadores de Internet lhes paguem para ler o seu Expresso digital...
ELES LÁ SABEM
Aniceto Carvalho

Um tal Capitão Rodrigo

Um tal Capitão Rodrigo

Eu não sabia, um deles é que contou ontem.

Nem o funeral se fazia se a criatura não aparecesse por lá.

Chegou, como o outro Capitão Rodrigo Cambará, da entrada da taberna do Nicolau, em Santa Fé, atirou espalhafatosamente da porta:

(Extraído de “O Tempo e o Vento”, de Erico Veríssimo).

“Temos de lhe fazer uma festança de arromba!!!”… 

E fizeram, pareceu-me perceber.

“TEMOS”, calculem... Como se fôssemos todos a mesma gente, tivéssemos levado a vida nas cantigas e a fumar os mesmos charros.

RESTA-NOS O SOL… É A VIDA

Aniceto Carvalho

Resta-nos a praia

RESTA-NOS A PRAIA

Quando dezenas de países dariam o Céu e a Terra para ter a Madona como hóspede, sabe-se lá porque a famosa vedeta americana resolver fixar–se com os seus dólares neste cantinho do extremo Ocidental da Ibérica, um país onde invejosos e pelintras de espírito confundem portugueses que deram a vida pelo país com terroristas, salteadores e jogador de futebol.

Mas há mais: Enquanto um pseudo “artista” em fim de carreira é aclamado por trazer a filharada a sacar ao português incauto, a Madona é achincalhada em tudo o que é amostra de programa que faça rir o alarve.

RESTA-NOS A PRAIA…

Aniceto Carvalho

Sessenta anos depois

SESSENTA ANOS DEPOIS

Penso que já é antigo… vi uma repetição.

Apresentado pela Margarida Mercês de Mello na RTP2, o programa chama-se SMS – Ser Mais Sabedor. Trata-se de uma espécie de concurso em que duas equipas de alunos de duas terras e escolas diferentes disputam o maior número de respostas certas. Miúdos e miúdas da ordem dos 16 ou 17 anos... perguntas contudo, correspondentes ao antigo Primeiro Ciclo, Segundo Ano, portanto muito abaixo do que seria de esperar na idade deles, nos Oitavo ou Nono Ano, Quarto ou Quinto do antigo Curso Geral dos Liceus.

Fiquei a ver… Já agora a tentar acertar nalgumas.

DIFÍCIL DE ACREDITAR: Ao contrário dos concorrentes que falhavam à volta de 50% das perguntas, eu acertei em quase todas… Eles estão em cima da matéria, eu passei por isso há 60 anos. (Na matemática foi a eito).

SEM COMENTÁRIOS

Aniceto Carvalho 

Contas com Jorge

CONTAS COM JORGE

Naquele tempo também havia ministros, secretários, directores, etc. e tal por aí fora…  mas escondido, sabe-se lá onde, uma criatura tinha uma caixinha que nem o chefe tinha autorização para lá mexer.

Era como na velha autarquia: O ti Costa tinha um cubículo logo à entrada da câmara, pagava, recebia, não se falava mais nisso…  hoje a câmara municipal tem uma ampla e confortável secção com dezenas de empregados, paga mais ordenados do que movimenta em receitas e despesas.  

Era o homem do tesouro. Chegou à altura, vencia-se uma tranche do Plano Marshal que o Governo Português tinha aceite só para fazer jeito.

A criatura da caixinha comunicou ao representante na América para pagar aquilo. Na América ninguém sabia nada, não estavam a contar para receber a maquia, era melhor informar Lisboa para esquecer o assunto.

O homem da caixinha mal chegou a expor a sugestão. O Salazar pôs-lhe o dedo no nariz: FAZ FAVOR DE PAGAR ISSO… E JÁ!

Aniceto Carvalho