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Réstias do Tempo - Blogmaster

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

Réstias do Tempo - Blogmaster

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

Combatentes de avenida

COMBATENTES DE AVENIDA

Eu nunca quis lutar de armas na mão por nada nem por ninguém. Se quisesse, pegava na trouxa, ia e pronto... Não ficava de boina à Guevara e braço no ar, a barafustar avenida abaixo avenida acima a viver em casa dos pais, à conta do trabalho e sacrifício dos outros.

Aniceto Carvalho

Aquecimento global

AQUECIMENTO GLOBAL

Lembro-me perfeitamente de serem intragáveis as uvas queimadas por mais expostas ao Sol em dias mais quentes de Verão, de encontrar de manhã as celhas no quintal com camadas de gêlo com centí­metros de espessura, de ver ramos de´´árvores derrubados pelo peso dos pingentes, de assisti da janela da casa do meu avô  a um ciclone em 1941 como não havia nem há memória de outro igual  em Portugal,de correr o paí­s de Norte a Sul pelo ar durante sete anos, de 1954 a 1960, não me recordo de um único incêndio florestal durante todo esse tempo.

Este era o efeito do aquecimento global na minha terra há setenta anos.

PETRÓLEO ALGARVIO

Estragar é estupidez, toda a gente concorda. Mas o Aquecimento Global, afins, protecções da natureza, etc.,  etc., associações disto e daquilo, não estão a fazer nada mais nada menos do que fizeram outras organizações ao longo de muitos séculos na base do medo, da superstição, do desconhecido e do obscurantismo. Como na Religião na Idade Média, se não forem "ELES" no mí­nimo a justificar a sua exisência, mais ninguém pode dar um passo em frente.

Aniceto Carvalho 

Parece mentira

PARECE MENTIRA

Mas acreditem, é  rigorosamente verdade:

Sem sangue, venenos, nada de perigoso, aos doze anos de idade, em Rio de Mouro, exterminei tudo quanto era rato na área eu onde vivia; voltei a fazer o mesmo quatro anos mais tarde, noutra terra, apenas porque foi preciso, sem que alguém me tivessa encomendado o sermão.

Tive piolhos aos treze anos de idade, um ano depois de ter limpado os ratos, com uma mezinha pouco mais que caseira, os meus piolhos acabaram ali mesmo para nunca mais.

Hoje, setenta anos depois, temos autarquias assoberbadas com problemas de desratização sem saberem resolver a situação...  entretanto, elegantes damas alfacinhas constituem e promovem empresas pela televisão para pôr fim ao flagelo dos piolhos nas escolas.

ESTAMOS NO FIM DA SEGUNDA DÉCADA DO SÉCULO XXI...  SABIAM?

Aniceto Carvalho

Jornais, afins e similares

JORNAIS DE PAPEL

Jornais de papel, foram, televisões generalistas, estão a andar.

Sendo assim, vamos continuar a pagar exorbitâncias de uma televisão pública apenas porque sim, quando qualquer crianança tem o mundo na mão à  distância de um clic?

Aniceto Carvalho

JORNALISMO DE INVESTIGAÇÃO

Se é rigorosamente proibido a qualquer entidade, seja pública ou privava, (mesmo que sob a aalçada do  Estado, como a Segurança Privada, por exemplo), meter o nariz em qualquer das áreas da autoridade e segurança pública, como é que um tal jornalismo de Investigação pode livremente utilizar o nome de pessoas em público seja a que tí­tulo for?

Aniceto Carvalho

Porque também é saber

(F)Caetano6.jpg

Clic e leia: - DEPOIMENTO - Marcello Caetano

Porque também é saber...

E do bom... Por muito que doa a quem doer

Sem saudosismos nem simpatias políticas. Dizia-se antigamente: "Pelo andar da carruagem logo se vê quem vai lá dentro". No DEPOIMENTO: "Pela honestidade e qualidade da escrita, fica bem claro quem era o professor Marcello Caetano". Nunca comparar o que não é comparável.  

Aniceto Carvalho

Europeus e Civilizados

Clic e veja primeiro o ví­deo do endereço abaixo:

https://www.youtube.com/embed/02nLxNzIA9g

Conversa da treta para patego pouco esclarecido ouvir.

Nesta maravilhosa e civilizada Europa, em Paris, em Londres, em Bruxelas, em Lisboa, em toda a cultura ocidental, nas Américas, nas Ásias, Oceanias, por esse mundo fora, existem neste preciso momento milhares de bairros, fabelas, guetos, ruas, becos, etc., etc., etc., onde nem as próprias autoridades locais podem entrar livremente barradas pelos seus civilizados compatriotas.

Por alma de quem, a soldo ou mando de quem é que tem de haver sempre alguém a querer atirar com areia para os olhos do cidadão bem intencionado e distraído?

URGENTE: POLÍTICOS E GOVERNANTES COMPETENTES, PRECISAM-SE.

Aniceto Carvalho

A proporção das coisas

A PROPORÇÃO DAS COISAS

Ainda há pouco mais de cem anos valeria a cabeça ao cidadão não aceitar o superior saber do arcebispo protestante irlandês James Ussher, que em 1560 datava o iní­cio da Terra em 23 de Outubro de 4004 a.C.

Na altura, portanto, segundo a eminência,  a Terra teria 5564 anos.

Perante a realidade da ciência mais avançada, no entanto, e não por Obra e Graça do Divino Espí­rito Santo, a sábia criatura estava enganada:

O Planeta Terra tem 4,6 mil milhões de anos.

Não é preciso ser cientista, nem profissional das novas tecnologias.

Basta ter sido um técnico médio do Século XX para saber da evolução dos  materiais, tecnologias e equipamentos da nova geração.

Os últimos 30 anos foram avassaladores... E, APESAR DISSO:

Se a honestidade tivesse evoluí­do nestes últimos anos com a proporção da ciência e da técnica, dos anos de escolaridade, e do que muita gente julga saber, talvez ainda não tivéssemos atingido a melhor das perfeições mas, que estaríamos já bem mais perto, isso é uma verdade indiscutí­vel.

Aniceto Carvalho

Voltando ao passado

VOLTANDO AO PASSADO

Estou a ver a TVI na minha terra, Vila Nova de Poiares, a vender cautelas e a rifar carros… precisamente no centro da vila, onde há cerca de 75 anos um propagandista de feira com um macaquinho em cima de um escadote vendia banha da cobra... tal e qual como o “seta eléctrica”, um camarada aluno do meu curso, vendia panelinhas na Feira Popular.

TUDO COMO ANTIGAMENTE, COMO SE VÊ

DEVO TER OUVIDO MAL…

Porém, soou-me tão bem que nem fui confirmar para não perder o encanto que a palestra me causou: Julguei ter-me ficado no ouvido a intervenção recente do provedor do telespectador da RTP, como se sabe, uma criatura que nem dorme a pensar no cidadão, a protestar que as chamadas de valor acrescentado são culpa da SIC e da TVI com as quais a RTP tinha um acordo, a repudiar e a justificar o aumento das mesmas para um euro, e que, para acabar com isso devia ser aumentada a taxa do audiovisual.

Que era para depois voltar tudo ao mesmo – digo eu.

GOSTEI… ACREDITEM QUE ADOREI.

Quando nós temos dezenas de canais de televisão à escolha sem o flagelo da publicidade, as televisões generalistas e os jornais, etc., tudo a dar o berro, carregamos numa tecla e temos o mundo à frente dos olhos, isto é tudo o que temos de competência em gestores da coisa pública.

Aniceto Carvalho

NÃO VALE A PENA

NÃO VALE A PENA

Se acaso D. Afonso Henriques estiver em qualquer lado a ver, a sensação que ele deve ter do que se passa neste país, deve ser a mesma que toda a gente que escreve tem, (incluído eu), do que deixamos por aí escrito:

NÃO VALEU, NEM VALE A PENA.

Aniceto Carvalho

Quando o pensar tem graça

QUANDO O PENSAR TEM GRAÇA

Quando virem por aí alguém muito falado que, por exemplo, querem pôr no Panteão, etc., vão à Net, vejam na Wikipedia a biografia da criatura.

Leiam sempre com muita atenção e tirem umas pelas outras. 

É sempre do melhor ver quem eles são, de onde vieram, o que estudaram, o que produziram, o que fizeram por alguém ou pelo país.

Uma delícia!!! Vale a pena não se deixar enganar.  

Aniceto Carvalho

Apenas uma opinião

Apenas uma opinião

Do pouco que ainda vai havendo para ver, convém não o desperdiçar.

O programa da RTP1, “Portugueses pelo Mundo” deve ser visto.

Mas há mais. O que é preciso é procura-los, separar o trigo do joio, em vez de emprenhar pelos ouvidos no que certa gente nos quer impingir.

Aniceto Carvalho 

Velhas cepas

VELHAS CEPAS
Portugal está no topo da Europa por baixa natalidade… piora ainda porque esta miserável natalidade é por baixa fecundação.

Mais três pontos para os veteranos, com 14 anos de guerra e tudo.
Aniceto Carvalho

Lamento de um sacerdote

Lamento de um sacerdote

Reconhecer nos outros o que eles têm de melhor, independentemente das simpatias, é um acto de honestidade, inteligência e bom senso.  

Um fabuloso texto que devia ser lido por muita gente mal informada e mal formada que anda por aí a falar por ter lido e ouvido o que não devia.

Eis a verdade, vi muito do que este padre diz. Não falo como gente dessa que ladra sem nunca ter mexido um dedo pelo semelhante.  

O Lamento de um Sacerdote

Aniceto Carvalho

Modéstia quanto baste

MODÉSTIA QUANTO BASTE

Ser demasiado modesto não é uma boa opção…

A modéstia foi um dos meus calcanhares de Aquiles. Desnecessária. Não era preciso tanto. Mas era assim e pronto. Pense-se o que se quiser. 

E por causa disso ainda hoje me arrependo amargamente de não ter deixado reduzida a cinzas a petulância de alguns gajos que encontrei pelo caminho.

Foi pena. Dois ou três destes mereciam ficar com uma boa ensinadela para o fim dos dias… Foi pena porque eu tinha armas de sobra para lha dar.

Aniceto Carvalho

Palavras, nada mais

 PALAVRAS, NADA MAIS.

É o que aprendem nas universidades. Para além disso não sabem fazer uma soma de duas fracções, nem trocar uma lâmpada fundida… MAS

“Escudam-se na liberdade de expressão… só que, quando eles nasceram já eu cá andava há muitos anos…” (Rui Rio).

Aniceto Carvalho

 

 PALAVRAS PARA QUÊ

Não se aprende na universidade. Quem nunca fez, não sabe fazer.

Cinco décadas depois de catorze anos de milhares e milhares de missões a colocar homens no terreno em teatro de guerra, em evacuações de feridos e mortos, levam-se hoje semanas a discutir quem é o responsável na escolha do local de aterragem de um helicóptero.

POR FALAR NISSO...

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Curie

(As pessoas menos atentas ou interessadas nem sabem o que perdem em não dedicar uns minutos  a estes bocadinhos de biografias que eu vou deixando por aí). 

Competência é assim: Quando Pierre Curie morreu, foi designada a mulher dele, a Marie Curie, para tomar conta da cátedra na universidade onde ambos trabalhavam. Tomem bem nota no pormenor a seguir:

Chegou o dia, Madame Curie entrou na sala de aulas, abriu o livro em cima da secretária, começou: “Como nós íamos dizendo na última aula…”

...E a aula continuou.

Gostam assim, ou querem com mais molho?

Aniceto Carvalho