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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

COISAS QUE SE SABEM

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 COISAS QUE E SABEM
Conheço homens de 70 anos, (e mulheres), que não molham o bico há metade da vida, e outros que, não fossem os caras-metades terem ido desta para melhor, a festa estava para durar.

E tudo isto por andar tanta gente preocupada com o que não tem interesse nenhum.

Aniceto Carvalho

 

EIS A FELICIDADE

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ACONTECEU EM WAPAKONETA…
Terra do Neil Armstrong. (como podem ver).
O candidato queria fazer um chafariz, mas não tinha dinheiro. Se se candidasse pelas feministas, todas analafetas… era uma aldabice mas era do melhor. E assim foi: Vieram os chafariz, a autarquia ficou cheia de femininistas. Impostos com fartura para pagar a abundância, mulheres a trabalhar das tantas às tantas, divorciadas, separadas, filhos que deixaram de conhecer os pais, que deixarm de saber o que quer dizer NÃO quando dois pais puxam um para cada lado. Dois, três três carros a cada porta e 90% de merdas que não servem para coisa nenhuma. EIS A FELICIDADE
Aniceto Carvalho

MALEITAS ANTIGAS

 

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Aniceto Carvalho

MALEITAS ANTIGAS

Conduzi a vida razoavelmente, a trabalhar, só com a 4^. Classe até aos 26 anos. Nessa idade, já casado e pai de filhos decidi que devia ver até onde iam as minhas faculdades. Do melhor. Fiz o que me apeteceu, fui até onde quis e até onde o tempo livre mo permitiu.
A imbecilidade era uma das maleitas para a qual o Estado Novo não tinha remédio.

O AVIADOR DA GUERRA

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O aviador da guerra

Apresentaram-me como aviador da Guerra do Ultramar. O meu novo apresentado não perdeu tempo: "Ah você é dos que fez a guerra pelo ar? "Um bocado" - respondi...  "mas mesmo sem guerra há muito quem se borre toda só ao cheiro de andar pelo ar"

Aniceto Carvalho

A BEM DA SEGURANÇA

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 Foi detectata uma avaria no avião presidencial já depois deste ter aterrado em São Tomé.

Chamado o povo a ser informado do grandioso acontecimento ficou então decidido que vão ser colocados andaimes em redor do avião no ar para que coisas destas não se repitam. 

Aniceto Carvalho

O CONSERVACIONISTA SUECO

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O CONSERVACIONISTA SUECO
Há séculos que os habitantes das proximidades da lângua do Hermenegildo no Vale de Miteda travavam uma luta aberta e contínua contra os javalis, macacos, facoqueros, afins e similares das redondezas. Estragos nas plantações, roubos de jinguba, de mandioca, destruição de milheirais, de mangas, papaias, mamões, etc.
A coisa serenava consoanente o número de macacos e javalis assados na braza ou no espeto… mas, fora disso, tudo voltava ao mesmo e a guerra era declarada.
Foi então que lá das tundras geladas do Norte desceu um subdito de sua majestade sueca que, mercê de uns favores antigos, vinha a Lisboa especializar-se na Universidade Católica em conservacionismo da natureza com estágio de mergulho sem escafandro no Meco com peritos portugueses para ir ao Planalto do Maconde resolver o velho problema.
Como em tudo o que entra o dedo do perito, assim foi:
Acabaram-se as paliçadas, as armadilhas, passou a ser mais fáil roubar na machamba que fossar na florestana, a bicharada ficou nas sete quintas, foi um regabobe.  Nunca mais  se viu por ali uma cabeça de macaco assada na braza, um pernil de javali a rolar no espeto, a população da Lângua do Hermenegildo começou a definhar…
Foi então que, de repente, soam dois bruscos estampidos na noite tenebrosa de Cabo Delgado, dois clarões incendeiam  as vertentes do planalto Maconde. Não havia nesga de trovoada, nunca mais ninguém voltou a ver o conservacionista sueco. FICOU O MISTÉRIO. 
Aniceto Carvalho

OS PROFISSIONAIS

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 OS PROFISSIONAIS

 

O Rui Cunha acabava de encostar as rodas do 4 L ao passeio do Café Nicola, o miúdo no princípio da puberdade, sentado na última cadeira da esplanada junto da entrada da porta do Prédio Reais Pinto, saltou ao seu encontro.
- Por onde anda o teu pai – perguntou o recém chegado.

O condutor do carro agradeceu, despediu-se,  logo de seguida foi a vida.

- Você tem de me dizer em que colégio da Suíça anda a educar o seu rapaz – deixou o Rui Cunha pela janela na despedida, tempos depois noutro local… - Tenho de me preparar.
- Nasce com as pessoas – respondeu o pai do jovem.
Aniceto Carvalho

O rapaz tinha acabado o 12º. Ano com 17 anos. Espertito, pelos vistos, achava que tinha todos os problemas do futuro resolvidos, decidira não estudsr mais.
Os pais, meus velhos amigos, vieram pedir-me para o empregar.
Encontrei-o na recepção esparramado no sofá, uma perna e um braço para cada lado, não mexeu um músculo para receber o futuro patrão.
Passei-lhe um corretivo de alto a baixo, medi-lhe a reação, embora diferente do que eu esperava portou-se à altura. O meu velho amigo Miranda merecia que eu fizesse um esforço. Aguentou-se uns bons meses, não estranhei quando ele ele me disse ter arranjado melhor. Apenas um SENÃO - guardei para mim mesmo: Se eu não o consegui, tenho muitas dúvidas que alguém consiga fazer alguma coisa de ti.
Já lá vão trinta anos… infelizmente não me enganei nem um milímetro.
Aniceto Carvalho

Nunca fizeram uma prova de aferição, não sabem somar duas frações de denominadores diferentes, não sabem onde desagua o Mira, não sabem fazer uma divisão de dois divisores, nunca leram uma página de um livro… mas sabem onde é o próximo ruidosamente promovido evento de sexo e vício Festival de Verão da Porcalhota, a próxima manifestação contra o Krakatoa ou Aquecimento Glogal sem fazer a menor ideia do que é uma Placa Teutónica, que, depois de uns pulos na avenida lá lhes pode valer um lugar de auxiliar num hospital, numa autarquia, num qualquer departamente escondido onde ninguém sabe que eles existam.
Mas estão lá. Reconhecem-se bem. Sempre de má vontade. Ninguém manda… Mas se manda, é alguém que também entrou pela porta do fundo.
O SISTEMA CERCA… NÓS SUPORTAMOS.
Aniceto Carvalho

DE BRADAR AOS CÉUS

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 Expliquem-me como é que alguém com 94 anos chega ao hospital para fazer análises e bate com o nariz na porta porque os respetivos serviços estão em greve?

ATÉ QUANDO?

Aniceto Carvalho

FALANDO DE HOMENS

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 Diálogo de sexos

Foi até aos setenta - disse eu... - porque, se a minha mulher não tem adoecido aos setenta e très, a festa estava para continuar. 

Aniceto Carvalho

A minha interlecutora replicou: E a sua mulher estava nessa disposição?

Eu respondi: Por causa de certas atutides patéticas que põem o juízo em agua aos maridos é que a maioria das mulheres acaba por azedar muito antes do melhor que tinham para dar. 

Clic e veja: - Falando de homens

Aniceto Carvalho

JOHN STEINBECK

JOHN STEINBECK

https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Steinbeck

A MENTE LIVRE EM PERIGO
É melhor do que nada… Mas pretender conhecer e falar de um livro por ter visto o filme nele baseado é quase como dissertar sobre a minha terra depois de ver umas fotografias lá do sítio. É bastante melhor do que nada, no entanto, repetimos.
Entretanto, presume-se, toda a gente viu o filme “A Leste do Paraiso”.
(E se não viram, vejam quanto antes… não percam mais tempo).
E quantos leram o livro "A Leste do Paraiso"? Pouco importa agora.
Leiam apenas este texto extraído da obra.

a mente livre em perigo

“A Leste de Paraiso”, do John Steinbeck, foi publicado em 1952.
Leiam bem, com a melhor atenção e pensem no assunto. E comparem com o que anda por aí nas nossas escolas do Século XXI, das primárias às universidades, das televisões às artes, à cultura, setenta anos depois, como nem no tempo  da Idade Média.

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Aniceto Carvalho

A DECADÊNCIA DA MENTE HUMANA

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A DECADÊNCIA DA MENTE HUMNA
Estamos a dois dias da terceira década do Século XXI. Há quase 85 anos que andamos por cá. O que lhes diz Barcelona, os coletes amarelos em França, o fantoche da Venezuela e os folclores eleitorais? Porquê? Quem paga a esta gente desmiolada, sem nem rumo nem objectivo, completamente alienada que não faz a menor ideia que em benefício de um bandalho que ningém conhece de lado nenhum, tudo o que faz é destruir o que tanro custa a criar e a angariar aos que trabalham.
QUEM MANDA… QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS?
Se não sabe pegunte aos seus pais e avós como pensávam os homens do tempo em que os políliticos era sérios e honestos. Dos políticos que não vinham dos cursos tirados à pressa para ingressarem mas juventudes partidárias… Pergunte aos seus pais e avós que liam o Mosquito, o Cavaleiro Andante, o Falcão, O Mundo de Aventuras, o Salgari, etc… Se eram homens de bem pergunte-lhes como eles pensavem ter a vida organizada aos vinte e cinso anos para constiuir uma família digna e decente.
E PODE ACREDITAR, É  A PURA DA VERDADE: A prcentagem de doutores pode ser hoje incumensuralvelmente maior, mas tenha a certeza que a cultura, a educação, o múmero de iletrados e os analfabetos têm crescido na mesma proporção.
PERGUNTE A QUEM SABE…
Perguntem aos seus pais e avós dos anos sessenta do Século XX se lhes fez alguma falta a chinfrineira que veio depois como festivais de Verão, de facto antros de droga e vício, bem fomentado por uma alieneação quando mais alimentada melhor.
Perguntem-lhes onde eles iam procurar as futura namoradas e esposas… Se era nas terras vizinhas de gente conhecida, se nas barracas de tiro das festas de aldeia, na Avenida Almirante Reis ou nas ruas do Bairro Alto…
Não acredite no declínio da espécie humana por falta de recursos. Nada disso. Mesmo que a população asiática não decresça, ao contrário do que é previsível, nem era preciso descrobrir novos reculso. Os existentes chegam e sobram.
O problema é que 90% da população do mundo, América Latina, América do Norte, África e até na Europa
está cansada de dar os cinco litros a trabalhar para para sustentar metade de um mundo subsídio dependentes, gente sem qualquer préstimo, manifestantes profissionais, afins e similares.
Aniceto Carvalho

BIBLIOTECAS ITENERANTES

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BIBLIOTECAS ITINERANTES

Contra factos não há argumentos 

Veja com os seus olhos:  Computadores, etc., etc., tudo do melhor... Em qualquer biblioteca municipal onde você entre tem mais funcionários que utentes. 

CONFIRME SE DUVIDA 

Agora clic e veja:  

Bibliotecas Itinerantes

Bibliotecas Caloust Gulbenkian

Quando Portugal era um país "atrasado", havia umas carrinhas a correr o país, de porta em porta, que punham os livros à frente dos olhos dos eventuais leitores.

Eram as Bibliotecas Itinerantes da Gulbenhian... Sem esquecer que, algumas terras  modestas de província tinham bibliotecas bem interessantes.

Como a da Praia do Ribatejo, da qual li bastante em 1969 e 1970).
Hoje qualquer terriola tem uma apetrechada e luxuosa biblioteca pública com montes de funcionários a atropelarem-se uns aos outros e milhares de livros. Lá dentro... Mas se estão lá dentro ninguém os vê... e se ninguém os vê, também não os lê.
Não adianta: Por mais areia que nos queiram atirar aos olhos, por mais apetrechada que seja uma biblioteca no centro da cidade não tem rigorosamente nada a ver com uma biblioteca itinerante que levava os livros à porta das pessoas.

À Binlioteca Itinerante parada ao pé da porta ia a dona Aurora requisitar um novo livro, ia a vizinha ver as novidades, (e já agora levava um mesmo que fosse só para não ficar atrás), e ia a alcoviteira da rua desenferrujar a língua... que, se calhar, um dia destes, ainda ia levar também um para dar uma vista de olhos.

Ah... E iam também as criancinhas... o que era muito importante.

Era o que se via: E vejam aqui também para confirmar:

Bibliotecas Itinerantes

Hoje, à luxuosa biblioteca vai o velhinho ler o jornal. Com centros comerciais por todo o lado onde regalar os olhos, hoje ninguém vai "perder tempo" onde nada há para ver.
Bibliotecas Itinerantes, contudo, são velharias... Enquanto se gastarem fortunas em cinema, teatros e outros fantochadas só para dar "trabalho" a hipotéticos "artistas" de compadrio, afins e similares, o dinheiro nunca poderá chegar para tudo.

É por isso que os cães adoram roer ossos?... Porque não lhes dão a carne. 
Aniceto Carvalho

O ESPECIALISTA

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O ESPECIALISTA

Não é um general, não é um oficial superior, não é um capitão, nem é um sargento... é um cabo especialista de aviação, a patente mais baixa  da Força Aérea Portuguesa, em farda Nº. 1 em finais dos anos 50 do Século XX. 

O retrato de uma nação

a) Foto de Carlos Gil Fernandes

Cinzento com um ligeiro tom de azul aveludado... O uniforme mais bonito e bem concebido que eu vi até hoje em qualquer organização fardada, forças armadas do mundo ou não.

Aniceto Carvalho

EU NÃO VOTO

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 A minha Vespa GS de 1957... Que eu parava à porta da Tertúlia Tauromáquica do Montijo, (Praça da República, centro da vila de então), a esperar pela minha futura mulher para irmos passear os dois pelos arredores. 

EU NÃO VOTO

Eu não voto num sistema onde o dito pai da democracia, Mário Soares, era o primeiro a mentir que "os namorados dos anos 50 nem sequer podiam andar de mão dada na rua".

Eu não voto num sistema que tem no activo uma professsora do secundário que recomenda a uma aluna de dezoito anos em fim de curso a leitura de "O Primo Basílio"; nem quero acreditar  num sistema escolar onde um professor ensina aos alunos que o fruto do carvalho é a bolota, e que o bogalho é uma ecrescência da árvore como defesa contra uma mosca parasita.

Eu não voto num sistema onde o deputado não faz a menor ideia do seja sentido cívico, onde 45% de abstenção não dá por dentro nem por fora ao governante.

Eu não alinho num sistema onde o voto do cidadão estudioso, atento e consciente vale tanto como o do mentacapto atrasado mental que nunca foi capaz de juntar duas letras.

Aniceto Carvalho