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RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

PROFISSÕES E PROFISSIONAIS

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PROFISSÕES E PROFISSIONAIS

Uma das características mais interessantes da Força Aérea Portuguesa era o respeito e consideração de que os seus elementos gozavam na sociedade sem que para isso fizessem qualquer esforço ou ligassem a menor importância.
Era de escola da própria Força Aérea Portuguesa - acho eu. E explica-se:
Não obstante uma instituição militar, a Força Aérea Portuguesa era, também,  superiormente especializada na qual toda a gente era profissional de qualquer coisa.
Além da incontornável formação básica, o militar da Força Aárea Portuguesa tirava cursos atrás de cursos ao longo da vida profissional, tinha de estar sempre actualizado… Com a vida de camaradas que almoçavam com ele na mão, o militar da Força Aérea não tinha muito tempo para perder em futilidades, em futebois, em festivais, em concertos, em programas de promoção de artistas nem noutras patetices de fabricar autómatos acéfalos.
O militar da Força Aérea Portuguesa era um homem realizado e sem traumas no fim da sua carreira profissional... e o seu  posicionamento, por demais evidente há 60 anos, entre 1961 e 1974 durante a Guerra do Ultramar, e o seu distanciamento dos acontecimentos que se seguiram ao 25 de Abril de 74, demonstram-no claramente. 

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Aniceto Carvalho

O ASSALTO

O ASSALTO

Talvez do mais nefasto acontecido em Portugal, ocorreu há 45 anos quando este país ficou à mercê de uma data de gente com acesso a jornais, rádios e televisão a poder dizer as maiores cavalidades sem fazer a menor ideia do que estava a falar.

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Aniceto Carvalho

INCÊNDIOS E AVIÕES

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INCÈNDIOS E AVIÕES
Sou da província, Beira Litoral, Região do Pinhal Interior Norte, deixei as saias da minha mãe aos doze anos. Dos dezoito aos vinte e cinco, de 1954 a 1960, percorri de Helldiver e helicóptero este país de Norte a Sul de Este a Oeste em viagens de navegação e treino muitas delas a seguir a Volta a Portugal do Algarve ao Minho.
Tenho uma memória privilegiada, na qual, aos 84 anos, não noto a menor falha.
Não tenho a menor ideia de me ter ficado na retina um palmo de qualquer inêndio florestal que me obrigasse a nunca mais me esquecer.

ACERCA DO PINHAL DO REI

(Com a devida vénia ao autor) 
Foi uma ideia original de D. Afonso III e de seu filho D. Dinis, plantador de naus a haver. Estúpidos e meio boçais, nunca apresentaram um Plano de Ordenamento e Gestão Florestal. Depois deles, o filho da mãe do D. Afonso IV não mandou fazer estudos topográficos e geodésicos. D. Manuel I, desmiolado, esqueceu-se de estudar os resíduos sólidos e os recursos faunísticos, e D. João V, esse palerma, desprezou os avanços da bioclimatologia e da ecofisiologia das árvores.
A maluca da D. Maria I não percebia nada de biologia vegetal e da diversidade das plantas. No fundo, era uma reaccionária.
O resultado de sete séculos de incúria está à vista: ardeu tudo.
Há-de ali nascer um novo pinhal, após rigorosos estudos académicos e científicos. Em vez do bolorento nome de Pinhal de El-Rei, irá decerto chamar-se Complexo Bio-Florestal 25 de Abril, com árvores de várias espécies para garantir a pluralidade, esplanadas e bares, passadiços, zonas culturais — e uma ciclovia asfaltada da Marinha Grande a São Pedro de Moel.
Estou certo de que o grandioso projecto assentará numa "visão pós-moderna da natureza" e no "conhecimento da dinâmica dos sistemas vivos", além da “capacidade de análise e interpretação da paisagem como meio influenciador do homem”.
Bem vistas as coisas, tivemos muita sorte.
(Postado por Aniceto Carvalho)

Aniceto Carvalho

Incêndios de antigamente

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O fantástico Alouette II, penso que ainda hoje a voar quase 70 anos depois

OS INCÊNDIOS DE ANTIGAMENTE

Poucos ou nenhum dos milhares de amigos que me têm seguido no Facebook, no Twitter, etc, desde há cerca de vinte anos, terá, como eu,  percorrido Portugal pelo ar de Norte a Sul, de Leste a Oeste, do Algarve ao Minho, entre o início de 1954 e finais de 1960. Sete anos. De Helldiver e Helicóptero.  

Tenho uma memória priviligiada, como se sabe. Não recordo qualquer incêndio florestal no país que me tenha deixado alguma imagem duradoira. 

Aniceto Carvalho

No mínimo estranho..

O que eu sei é que percorri este país PELO AR duramte sete anos, de 1954 a 1960, de Norte a Sul e de Este a Oeste e me parecer no mínimuo estranho que numa boa memória como a minha não me ter ficado registado na retina um único incêncio florestal.

Eu sou do tempo do ciclone de 1941... um ciclone como não há memória de outro em Portugal.

Lembro-me muito bem. Disso e muito mais: Aquecimentos globais, protecções da natureza, afins e similares, podem metê-las onde quiserem e empurá-las com  uma esfregona.

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Aniceto Carvalho  

POR FALAR EM INCÊNDIOS

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POR FALAR EM INCÈNDIOS

O que faria certa gente que anda por aí, se acaso se encontrasse a braços com uma guerra em três frentes, a milhares de quilómetros umas das outras, uma delas a mais de 10.000 da mãe pátria, em territórios todos somados do tamanho de metade da Europa, durante 14 anos? 

O SALAZAR E O CAETANO CONHECIAM-NOS TODOS 

Se eu, no meu ramo, os conhecia, encostados por aqui e ali, nos serviços auxiliares, no deixa andar da antiguidade, aos trinta anos de profissão sem terem evoluído um milímetro nem saberem a diferença entre uma libra por polegada e uma libra por polegagada quadrada, porque não havia o Salazar e o Marcelo, com os meios, de conhecer meia dúzias de cábulas ressabiados cuja única actividade conhecida era conspirar e polir esquinas?  

Se sou fascista? Talvez. Acho que é preferível ser fascista a incompetente.

Aniceto Carvalho

INCÊNDIOS - O AMIGO FOLGOSA

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Carlos Mar Bettencourt Faria

O AMIGO FOLGOSA

Conheci o AMIGO FOLGOSA nos finais de 1970, penso que logo da primeira vez que estive no Songo. O AMIGO FOLGOSA era funcionário dos Serviços de Fiscalização do Gabinete do Plano do Zambeze para a Barragem de Cabra Bassa. (O AMIGO FOLGOSA, que era solteirão ou estava sozinho em Moçambique, era mesmo um amigalhaço do melhor que conheci).  
"AMIGO FOLGOSA", porque FOLGOSA era esse o nome dele, porque era assim tratado no mundo Herteziano, por serem essas as duas letras do seu indicativo.
O AMIGO FOLGOSA era, portanto, rádio-amador… Embora numa escala bem mais reduzida do que a estação de rasteio do Bettencourt Faria que eu tinha conhecido em Luanda oito anos antes, com uma caixinha do tamanho de uma gaveta de mesa de cabeceira e duas hastes de alumínio cruzadas por cima do rondável, em 1970, do Médio Zambeze, no Planalto do Songo, na zona da futura barragem de Cabora Bassa, na Costa Oriental da Africa, o AMIGO FOLGOSA falava todos os dias via rádio com vários amigos espalhados pelos confins do mundo.
Estamos em 2019, Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, a 50 anos de distãcia... sobre tele-comunicações em Portugal estamos conversados.

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Aniceto Carvalho

INCÊNDIOS - TELECOMUNICAÇÕES

TELECOMUNICAÇÕES
No princípio dos anos 60 todos os postos administrativos do Norte de Angola a centenas de quilómetros uns dos outros e da capital puderam transmitir os ataque de terrorismo de que estavam a ser alvo… Na costa do Índico, Moçambique, nós falávamos entre acampamentos ao longo de Zambeze, desde a Zâmbia à foz do rio no Chinde.
A centenas e centenas de quilómetros... sem satélites, sem telemóveis.
Hoje com todos esses meios, é o que se sabe sobre comunicações.
Isto sem falar no CB ou no rádio-amadorismo.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM, RIGOROSAMENTE ASSIM

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Era assim - (PDF) XXX A não esquecer  XXX O Amigo Folgosa XXX Outras Gentes

Rigorosamente Verdade XXX Portugal dos Pequenitos XXX Telecomunicações

SEM COMPUTADORES NEM INTERNET
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX se você precisava do Bilhete de Identidade com urgência ia ao Arquivo de Identificação de Lisboa, de Coimbra ou do Porto, regressava a casa horas depois com o documento no bolso. Ou mandavam-lho pelo correio… Se a pressa não era muita o Arquivo e Identificação no seu Concelho tratava disso em três dias… e também lho mandavam para casa.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX legalizar um automóvel demorava das nove ao meio-dia na Conservatória do Registo Automóvel na rua de São Paulo… a carta de condução era numa tarde na Rua Palmira.
SEM COMPUTDORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX todas as escolas do Mundo Português, da Pínínsula Ibérica à costa Oriental da África, Moçambique, abriam no mesmo dia e na mesma hora, os exames do mesmo curso eram todos à mesma hora e minuto, os resultados eram afixados minutos depois dos exames realizados.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX, qualquer jovem de dezoito anos que não tivesse tido possibilidades de estudar na sua devida altura podia comprar os livros dos cursos do liceu, estudar por si sem pôr os pés na escola, fazer os respectivos exames e chegar aos píncaros... E muitos que conhecemos o fizeram. SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Às minhas gerações dos meados do Século XX, bastava ter rumo e querer... não era preciso ser filiado em nada, filho de doutor, nem andar a lamber cus a ninguém nem a polir esquinas para ter todas as oportunidades do mundo e fazer delas o que entendesse. Passei por isso, sei do que falo.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX as insígnias da patente eram a única diferença entre ouniforme de um general da Força Aérea e um subalteerno...
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET, toda a indústria portuguesa dos anos 50, 60 e 70 do Século XX recuou mais cem anos a seguir ao 25 de Abril de 1974.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos anos 50, 60 e 70 do Século XX uma renda de casa rondava os 10% de um ordenado da classe média baixa… hoje uma renda de casa leva metade de um salário médio... SEM COMPUTADORES NEM INTERNET, tinha mais aviões nos meados do Século XX só numa unidade de treino da Força Aérea Portuguesa, do que tem hoje toda a arma com três vezes mais efectivos.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Com todos os ditos “terrores” nos meados do Século XX se precisávamos de um agente da autoridade tínhamos de o procurar… hoje temos mais policia a "encaixotar" adeptos de um jogo de futebol do que militares na Praça do Coméricio nas comemorações do 10 de Junho.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX nós não sabíamos quem eram os ministros... Nem interessava. Importante era saber que a honestidade de quem governava estava ao serviço do país. E isso chegava muito bem.
Pouco me interessa votar desde que quem governa me mereça todo o respeito.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM - OUTRAS GENTES

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OUTRAS GENTES
Com uma guerra devastadora ao lado da porta na segunda metade dos anos 30 do Século XX, e outra à escala global que deixou o Mundo e a Europa em chamas lodo a seguir, os nossos pais e avós não fugiram de casa para ir viver de mão estendida à custa dos outros... pegaram na enxada e ninguém morreu à fome.

OUTRAS GENTES... EU ESTAVA LÁ. 

O COLONIALISTA
O colonialista foi para África, para a América, para a Ásia, para a Oceania, pegou na enxada e na roçadoira, plantou e semeou, constituiu família, fez uma fazenda, criou postos de trabalho, nasceu a povoação, vieram a missão, a escola e a cidade.
Passaram anos. Farto do homem que o fazia trabalhar, o colonizado correu com o colonialista, veio a independência. Mais uns anos, com um pais onde bastava colher o que estava semeado para encher a barriga a toda a gente, o antigo colonizado anda hoje a correr mundo de mão estendidad a viver à conta dos outros.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM... ESTA A VERDADE

ERA ASSIM... ESTA A VERDADE.
Que nas últimas quatro décadas andámos cem anos para trás?
SE NÃO É VERDADE... Onde estão o início das aulas no mesmo dia e hora em qualquer ponto do país, os resultados dos exames da primária afixados minutos depois de realizados, e os exames do primeiro ao terceiro ciclo do secundário feitos à mesma hora em todo o Portugal de então, do tamanho de metade da Europa, a dez mil quilómetros de distância uns dos outros?
SE NÃO É VERDADE... Onde está agora a legalização do automóvel das 09:00 da manhã às 11:30, na parte da manhã, na Rua de São Paulo, e a revalidação da carta de condução na parte da tarde, na rua Palmira?
SE NÃO É VERDADE... Onde estão então a CUF, a SOREFAME, a MUNDET, a LISNAVE, a DUARTE FERREIRA, etc., etc., toda a indústria portuguesa em geral, e o crecimento económico do país de 7% ao ano em 1974?
SE NÃO É VERDADE… Onde está a Força Aérea Portuguesa com mais aviões numa só unidade de treino em 1958 do que tem hoje toda a Aviação Militar…

SE NÃO É VERDADE... Onde estão as dezenas de paquetes da Marinha Mercante Portuguesa, a frota da Pesca do Bacalhau, o crescimento a olhos vistos de dia para dia com quase duzentos mil homens em pé de guerra?

SE NÃO É VERDADE… Onde estão hoje os sete cafés da Praça da República da então vila ribeirinha do Montijo dos meados do Século XX, com movimento na zona até às tantas sem necessidade de olhar para o lado.
SE NÃO É VERDADE… Quem fazia hoje funcionar uns “Transportes Aéreos Militares”, uma ponte aérea de 14 anos de Guerra do Ultramar, no Portugal espalhado pelo mundo, de noite e dia sem um acidente?

SE NÃO É VERDADE... Onde estão hoje os jovens de dezanove anos responsáveis por aviões onde outros jovens da mesma idade iam voar?  

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM... A VERDADE

NO TEMPO DO ESTADO NOVO´
Saía-se da Estação do Rossio, atravessava-se para o passeio do Café Gêlo, entre este e a estação dos Correio na esquina a seguir, um armeiro com uma vitrina de um metro quadrado ao lado da porta mostrava ao mundo o que de melhor e mais moderno havia em portugal em armas de defesa pessoal. Apenas por trás de um vidro vulgar. Sem tibiezas: Do mais luxuoso coldre com coronha em madre pérola, à mais famosa caçadeira de canos sobrepostos, à discreta 6.35 que se metia na pequena algibeira do cós das calças.
Em todo o lado: Em Luanda, na Beira, em Nampula, em Tete, etc., em plena Guerra do Ultramar com centenas de militares por todo o lado, no Montijo, em Palmela, sei lá onde, em qualquer terra que justificasse a existência do negócio.
Bastava o Registo Criminal limpo, um requerimento ao comandante distrital da polícia a justificar a compra da arma, o próprio armeiro tratava de tudo.
Perfeitamente acessível para toda a gente.
Hoje, embora cidadão exemplar, que até combateste pelo teu país, tu não tens qualquer hipótse de usar um corta unhas como arma de defesa pessoal… A não ser que já estejas farto de aturar hipócritas e incompetentes… e aí então, segundo dizem, se bem trabalhadinho, até podes comprar um canhão sem recuo.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM... PARA NÃO ESQUECER

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CONVÉM NÃO ESQUECER

Como qualquer português que o tenha vivido pessoalmente muito bem sabe, o Portugal dos meados do Século XX nunca teve rigorosamente nada a ver com aquele que uma data de gente sem qualquer préstimo apregoa há 44 anos.
O Portugal do Estado Novo teve o maior crescimento de toda a sua história no terceiro quartel do Século XX, e o reconhecimento e prestígio do país na Europa e no Mundo ainda hoje estão muito longe de atingirem os níveis dessa época.

Uma amostra:  Em 1958, quando a peseta valia 40 centavos, menos de metade do escudo, e os sargentos espanhóis andavam de calças rasgadas no cu, os militares da Força Aérea Portuguesa eram os mais bem fardados do mundo... Hoje a Espanha está em 26º. do ranking do IDH, (Índice de Desenvolvimento Humano), Portugal está em 41º…

Esta é a verdade… o resto nem para substituir o papel higiénico.
Aniceto Carvalho

ERA ASSIM - CRIME DE LESA PÁTRIA

CRIME DE LESA PÁTRIA

Dizia o Professor José Hermano Saraiva:

"Quem tem talento nas mãos, tem nas mãos o seu próprio futuro".

O que é rigorosamente verdade: Basta a alguém mostrar as mãos para que, sem precisar de dizer uma palavra, tenha imediatamente trabalho em qualquer parte do mundo

E por isso:

Não só pela colossal perda de mão-de-obra qualificada, como pelo talento manual que resultava da prática oficinal, como da ginástica mental a que essa mesma prática obrigava, a destruição do ensino técnico pelo 25 de Abril foi o maior crime de lesa Pátria de todos os tempos praticado em Portugal.

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Aniceto Carvalho

ENQUANTO UNS CANTAM E DANÇAM

ENQUANTO UNS CANTAM E DANÇAM.
Oito das doze mais poderosas empresas do mundo, Google, Facebook, etc., etc., estão localizadas em SEATLE, Estado de Washington, nos Estados Unidos,

Se não o distraírem nem desmotivarem com futilidades, futebol, concertos, festivais, maratonas, politiquice de conversa fiada ou guerras, o homem tem tendência a criar e a fazer coisas… e é precisamente por isso que enquanto de um lado do mundo se canta, dança, joga futebol e passa fome, do outro, em meia dúzia de anos, crescem oito das doze empresas mais poderosas à face da terra.

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Aniceto Carvalho

PORTUGAL DOS PEQUENITOS

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PORTUGAL DOS PEQUENITOS
Portugal dos Pequenitos não é só a obra do Doutor Bissaya Barreto, em Coimbra.

Não senhor, longe disso.
Portugal dos Pequenitos é também quando um pseudo jornaleiro está a favor de uma ladra, despedida com justa causa por comprovadamente ter roubado o patrão, e fica contra o empresário que abre falência a dever 50 mil depois de ter pago 100 milhões em impostos e de ter criado e sustentado centenas de postos de trabalho durante dezenas de anos.

Este é o verdadeiro Portugal dos Pequenitos.

Sem os Arquimedes, os Denis Papin, os Henry Ford, sem os Gama ou Dumont, o mundo teria parado ainda antes do tempo da Pedra Lascada… e contudo, têm sido sempre estes homens os alvos a abater precisamente por aqueles que nada fazem ou sabem fazer.

Aniceto Carvalho

SERÁ VERDADE?

SERÁ VERDADE?
DIZIA O PROFESSOR HERMANO SARAIVA:
“Quando um rei precisa de muita segurança é porque não se sente seguro”.
POR FALAR NISSO:
Será verdade que os actuais efectivos das forças de segurança, bombeiros, etc. e tal é quase o mesmo que o de militares no tempo da Guerra do Ultramar?

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Aniceto Carvalho

KUING YAMANG

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Kuing Yamang

Opinião de um professor chinês de Economia, sobre a Europa
Do Professor Kuing Yamang, que viveu em França.

1 - A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Vivem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos.
2 - Os industriais Europeus estão fartos dr suportar o custo de trabalho na Europa, os impostos e taxas para financiar a assistência generalizada.
3 – Os europeus vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4 - Os europeus destruíram a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5 - Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal.
6 - É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
7 – Os europeus ainda não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas.
É uma total inversão de valores.
8 - Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação.
A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do da China!
9 - Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los.
Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...
10 - Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
(Os europeus) vão-se desintegrar directos a um muro e a alta velocidade...

Seja quem for o Professor Kuing Yamang, a herança que espera os nossos vindouros não se afigura muito mais risonha do que isto.

Aniceto Carvalho