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Réstias do Tempo - Blogmaster

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

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Quando eles perdem a vergonha

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QUANDO OS QUE MANDAM PERDEM A VERGONHA

A família da criatura fugiu da Península do Indostão, de um tal Nerhu, que em 1961 correu os portugueses a tiro da Costa do Malabar.

(Este Nerhu era o ídolo de um tal Igrejas Caeiro, um radialista que depois de correr todo o país com um espetaculo de variedades, "Os Companheiros da Alegria", resolveu que se já era alguém, também podia publicamente idolatrar o facínora indostânico que acabava de agredir o seu país. O Salazar tirou-lhe as mordomias. E por isso, APENAS SÓ POR ISSO, o progressista radialista, entretanto democrata, foi depois deputado até á eternidade).

Os refugiados industânicos, no entanto, eram portugueses, lá estava a asa da Bandeira das Quinas de Minho a Timor para os acolher.

Refizeram a vidinha em Moçambique

Um mundo deu mais uma volta, os novos senhores do território português da costa do Índico acabaram por correr também com os portugueses de lá para fora… os “portugueses” da Costa do Malabar, e bem, vieram atrás.

Eram portugueses como quaisquer outros, mais uma vez seguiram a sombra da Bandeira das Quinas. Era o que PARECIA. Mas afinal, soube-se mais tarde, eram conspiradores contra o SALAZAR, mutatis mutandis, contra Portugal... um deles, inclusive, era da FRELIMO que lutava contra o país que lhe tinha recolhido a família refugiada do manda chuva da sua terra Natal.

QUANDO OS QUE MANDAM PERDEM A VERGONHA.

Aniceto Carvalho