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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

O algodão não engana

O algodão não engana.

Diz-se por aí, gente de bem, mas que não perde o sono ao mandar milhares para a guerra ou assassinar milhões por ideias diferentes, que os homens são todos iguais. Será, não sei. O que me parece no entanto, é que em tudo o que seja desporto ou profissão que exija esforço físico ou intelectual contínuo e persistente, alguns homens são mais iguais do que outros.

Lembrei-me disto a ver a Volta à França em Bicicleta.

Aniceto Carvalho

Não custa nada ser autarca

NÃO CUSTA NADA SER AUTARCA.

Fazer obra com o dinheiro do nosso bolso é uma coisa, fazê-la com dinheiro de uma herança, emprestado ou de um fundo qualquer que ninguém sabe de onde vem, é outra muito diferente. É por isso que desde há quarenta anos que não há um muro, um chafariz ou uma placa toponímica numa esquina em Portugal que não tenha sido pago com o dinheiro da pesada herança, do um banco ou vindo sabe-se lá de onde. Não custa nada ser autarca.

E alguns só lá ficaram 40 anos porque o poleiro tem de ser distribuído por todos e porque, até o caciquismo tem limites.

Agora, com um país a mato a importar 500 mil toneladas de batatas das 900 mil consumidas, com milhares de polidores de esquinas a viver de subsídios, temos como principal riqueza económica o turismo que, como se sabe, basta um pequeno tremor político, para ter a mesma consistência que um pacote de manteiga em cima de uma laje num eirado no Verão.

Vem de longe: Dos sumérios aos gregos, dos romanos aos descobrimentos…

Há milénios que é mais fácil iludir o povo com beijinhos e pândega a roubar o próximo de arma em punho ou de mão estendida a vender banha da cobra, do que ser honesto e “ensinar” toda a gente a trabalhar.

“Resta-nos o Sol, o turismo e o servilismo de bandeja”.

Marcelo Caetano o disse, a premunição está aí.

NOTA: Dizem os holandeses; "Deus fez o mundo, os holandeses fizeram a Holanda". Com verdade: Uma boa parte dos 40 mil quilómetros quadrados da Holanda, os famosos polderes, foram conquistados pelos holandeses ao Atlântico. A Holanda, 200 vezes mais pequena que o Brasil exporta mais produtos alimentares que o país da América do Sul; Portugal, um território agrícola abençoado por Deus, mais de duas veze maior que a Holanda, importa 500 mil toneladas de batatas das 900 mil consumidas.

Aniceto Carvalho

Quando eles perdem a vergonha

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QUANDO OS QUE MANDAM PERDEM A VERGONHA

A família da criatura fugiu da Península do Indostão, de um tal Nerhu, que em 1961 correu os portugueses a tiro da Costa do Malabar.

(Este Nerhu era o ídolo de um tal Igrejas Caeiro, um radialista que depois de correr todo o país com um espetaculo de variedades, "Os Companheiros da Alegria", resolveu que se já era alguém, também podia publicamente idolatrar o facínora indostânico que acabava de agredir o seu país. O Salazar tirou-lhe as mordomias. E por isso, APENAS SÓ POR ISSO, o progressista radialista, entretanto democrata, foi depois deputado até á eternidade).

Os refugiados industânicos, no entanto, eram portugueses, lá estava a asa da Bandeira das Quinas de Minho a Timor para os acolher.

Refizeram a vidinha em Moçambique

Um mundo deu mais uma volta, os novos senhores do território português da costa do Índico acabaram por correr também com os portugueses de lá para fora… os “portugueses” da Costa do Malabar, e bem, vieram atrás.

Eram portugueses como quaisquer outros, mais uma vez seguiram a sombra da Bandeira das Quinas. Era o que PARECIA. Mas afinal, soube-se mais tarde, eram conspiradores contra o SALAZAR, mutatis mutandis, contra Portugal... um deles, inclusive, era da FRELIMO que lutava contra o país que lhe tinha recolhido a família refugiada do manda chuva da sua terra Natal.

QUANDO OS QUE MANDAM PERDEM A VERGONHA.

Aniceto Carvalho

Portugal às cambalhotas

PORTUGAL ÀS CAMBALHOTAS

A Madona, sabe-se lá porquê, (deve estar parola), trouxe os dólares com ela, veio viver para Portugal. Para uma hóspede de luxo que qualquer país daria o Céu e a terra para a receber, tem sido um aqui d’el rei porque pediu à Câmara de Lisboa estacionamento para guardar os carros… Entretanto Portugal é um mar de felicidade de Norte a Sul porque o Barack Obama veio ao Porto sacar uma fortuna a uma assistente de gente escolhida, ilustre, ilustrada e muito importante que foi atentamente ouvir a palavra do senhor.

LOUVADO SEJA O SANTÍSSIMO!!!

NOTA: Se eu tenho aqui um computador que em meia dúzia de minutos me ensina tudo o que eu quizer saber, na língua que eu escolher, que me repete tudo até à exaustão se eu quiser, porque carga de água havia eu de ir assistir a uma conferência de um gajo que eu não conheço de lado nenhum que, se calhar ainda sabe menos do que eu, e ainda por cima a pagar?

Para mais em benefício de uma gigantesca fraude que para nada mais serve do que para alimentar lobis e gente sem profissão nem modo de vida.

QUNANDO É QUE NÓS APRENDEREMOS?

Aniceto Carvalho

Qual é a diferença?

QUAL É A DIFERENÇA?

Quando uma casa de espectáculos esgota com milhares de espectadores selectamente escolhidos, tudo “gente fina”, “de alto gabarito”, "ilustre" e "ilustrada", para assistir a uma palestra, onde o palestrante, seja ele quem for, vai sacar 500 mil euros, que mais precisamos nós para acordar?

Lembram-se de quando se dizia na década de 50 do Século passado, que os açorianos da Terceira iam assistir a saraus culturais de lacinho e fraque com as botas penduradas no ombro? Os "DESCALCINHOS", lembram-se?

QUAL É A DIFERENÇA?

Aniceto Carvalho