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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Cidade do Porto

Não conheço a Cidade do Porto. Mas sempre ouvi dizer maravilhas. De qualquer modo, este belo vídeo sobre a chamada Invicta mostra, de facto, uma terra fantástica.

VALE A PENA VER EM ÉCRÃ INTEIRO 

Aniceto Carvalho 

Porque também é saber

Clic e leia: - DEPOIMENTO - Marcello Caetano

Porque também é saber... Na verdade este livro é um manual de estudo. 

E do bom... Por muito que doa a quem doer

Sem saudosismos nem simpatias políticas. Dizia-se antigamente: "Pelo andar da carruagem logo se vê quem vai lá dentro". No DEPOIMENTO: "Pela honestidade e qualidade da escrita, fica bem claro quem era o professor Marcello Caetano". Nunca comparar o que não é comparável.  

Aniceto Carvalho

Um homem honesto

"É incrível o pânico que um homem honesto

pode causar numa multidão de hipócritas" 

Thomas Sowell

 Não sei se será o caso, não conheço o senhor Bolsonaro. É no Brasil, lá muito longe. Parece-me no entanto que, como o Trump, a Balsonaro também não gosta de jornalistas.

É o que se está a ver... (Como se os portugueses tivéssemos alguma coisa a ver com isso!!!)...

E o homem ainda nem sequer saiu do hospital. Valha-nos Deus! 

COITADINHO DE QUEM É ALEIJADINHO!

DITADURA MILITAR

Diz o homem, esse tal Bolsonaro, que eu não conheço de lado nenhum, que ainda por cima mora longe que se farta, no Brasil, que lá pelas terras de Vera Cruz nunca houve nenhuma ditadura militar. Diz ele, e não  foi o primeiro nem o único a quem o ouvi. De Facto; Em 1964 eu tinha 29 anos, lidei depois com brasileiros, em 1985 tinha 50. Deve ter-me passado ao lado. Não me lembro de qualquer alarme com essa tal tenebrosa ditadura militar brasileira.

NAO ME LEMBRO... SÓ ISSO... Mas isso de ditaduras, depende.

Aniceto Carvalho

Jennifer Lopez

A ESCOLA DE DANÇA DE MISS MITZE

Do filme “Vamos Dançar”, com o Richard Gere e a Jennifer Lopez.

Aconteceu-me mais ou menos o mesmo na esquina da 5ª. Avenida com a Broadway…  Só que em vez da Jennifer Lopez estavam lá meia dúzia de canhões do tempo da Guerra do Pacífico que os americanos tinham levado da fortaleza de Almeida.

JENNIFER LOPEZ

Esta mulher tem uma peculiaridade. (hoje aprendi esta: Peculiaridade).

É um mulherão seja qual for o ângulo. Pois consegue a extraordinária proeza de desviar o foco da sua imagem para o seu nível artístico.

Aniceto Carvalho

O Duelo

O DUELO

É um filmezinho interessante, parece-me que luso-brasileiro, com o Joaquim de Almeida.

Bastante jeitoso. Retrata como um achadiço polidor de esquinas chega aos pí­ncaros sem nunca fazer nada de nada na vida. Estão lá todos. Confirmem que vão gostar de ver.

Aniceto Carvalho

Niki Lauda/James Hunt

NIKI LAUDA/JAMES HUNT

Niki Lauda, um famoso corredor de automóveis austrí­aco dos anos 70, actualmente dono de uma empresa de aviação na Áustria, sustentava com o James Hunt, este, um corredor britânico, uma rivalidade feroz ao mesmo tempo uma amizade verdadeira.

Um dia o Niki Lauda teve um acidente grave, recuperou para as corridas mas ficou com a cara toda desfigurada. Ao contrário do Hunt que não era biqueiro e levava tudo o que apanhava pela frente, o Niki Lauda era homem de uma  mulher só, na altura com um casamento sólido.

No primeiro grande prémio em que Lauda participou depois do acidente, um jornalista teve a infeliz ideia de lhe perguntar: "Agora você não tem receio que a sua mulher o troque por outro?" O Lauda, desesperado,  respondeu: "E se você fosse para a raíz da puta que o pariu?". O Hunt que estava à porta da conferência de imprensa, esperou o jornalista no corredor, deixou-o numa lástima num cestinho: "E agora vai perguntar à tua mulher se ela gosta da tua cara." 

Estou a lembrar-me de um tal Bolsonaro lá do Brasil que, como o Trump, parece que também não gosta de jornalistas. É o que se está a ver... (Como se nós tivéssemos alguma coisa a ver com isso!!!)... e o homem ainda nem sequer saiu do hospital. DEPOIS QUEIXAM-SE. 

Aniceto Carvalho

Você sabia que...

VOCÊ SABIA QUE...

1) - Você sabia que a minha sogra e os meus pais recebiam uma pensão minha durante o tempo que eu estive na Guerra do Ultramar? Sabia que esta pensão, mais ou menos equivalente ao Abono de Família de então, era extensiva a todos os militares em comissão no Ultramar?

No meu caso, quase dez anos. Sabia disto? Claro que não, eu sei que você não sabia.

Sabia que lhe estou a falar de mim, apenas para lhe reforçar que isto é pura verdade?

E sabia que eu tive vizinhos com familiares próximos em grande necessidade, que embora toda a minha insistência nunca mexeram uma palha para usufruir desta regalia?

2) - Você sabia que o programa do Gabinete do Aeroporto de Lisboa para Rio Frio, criado em 1969, previa o início da sua exploração desse aeroporto para 1978?

3) - Você sabia que nos anos sessenta, estava definitivamente assente no país até ao mais alto ní­vel político e governamental que o ensino técnico profissional era a galinha dos ovos de oiro no futuro de Portugal, e que era uma estupides do tamanho do mundo considerar que o mesmo não dava as mesmas oportunidades do ensino liceal?

NOTE. Eu sabia: Tinha o  Curso Complementar do Liceu, sugeri a Escola Industrial ao meu filho... Este, com um curso técnico profissional aos 18 anos, acabou licenciado em direito.

Como se pode ver.

Sabia que a destruição do ensino profissional que se seguiu nos anos posteriores ao 25 de Abril foi um dos maiores crimes de lesa Pátria de todos os tempos praticados em Portugal?

Pronto. Por agora já ficou a saber mais umas coisitas que não sabia,  das quais muita gente que anda a por aí a vender banha da cobra nem faz a menor ideia.

Aniceto Carvalho

Mulheres mal resolvidas

MULHERES MAL RESOLVIDAS

Um dos truques de antigamente era uma menina casadoira dos arredores de um quartel meter-se debaixo de um militar para depois o levar a casar com ela.

Frequentemente doutrinadas pelas mães. Eu conheci casos.

O  comandante de uma dessas unidades achava o jogo viciado.

Estendeu a mão aberta em cima da secretária, entregou um lápis à queixosa, disse-lhe para ela lho espetar entre os dedos. Assim foi. Só que cada vez que a mulherzinha tentava acertar com o lápis entre os dedos do comandante, este fugia com a mão. A mãe queixosa lamentou-se:

- Se o senhor comandante foge com a mão, assim não sou capaz.

- Era o que a sua filha devia ter feito - respondeu o comandante.

Agora é moda. Queixosas aos magotes, de há  dezenas de anos, coitadinhas, à procura sabe-se lá de quê, que nem elas  já se lembram de como isso era.

É A MARCA DA VIDA,  NADA A FAZER... QUEM NÃO A VIVEU, VIVÊSSE

Aniceto Carvalho

Crazy

COITADINHOS DOS PEQUENINOS

Então é assim: Qualquer pindérico que anda por aí a pensar que é artista não publica nada na Net por causa da pirataria, etc. e tal... estes colossos de ní­vel mundial têm coisas destas e muito mais à disposição de quem queira ver, ouvir e tenha bom gosto.

Aniceto Carvalho

Startups e Workshops

STARTUPS E WORKSHOPS

Tive um camarada  com o qual lidei mais ou menos próximo mas não profissionalmente durante cerca de dez anos. Enquanto convivi com ele nunca foi capaz de saber fazer nada. No entanto, a qualquer avião a chegar a Lisboa, no qual uma estrela de cinema,  etc. reclamasse a presença da imprensa, a primeira fotografia no jornal era dele. Há gente assim.

No entretanto: Uma STARTUP, acho eu, deve ser uma coisa qualquer para pôr uma outra em pé. Talvez  uma alavanca, o Viagra, por exemplo, sei lá. Um WORKSHOP é que não sei o que é.

Seja como fôr, qualquer destas novas importações da língua de sua Majestade Britânica deve valer mais ou menos a mesma coisa que uma palestra do Barack Obama sobre o Aquecimento Global, um discurso do Emplastro sobre a prática do futebol na Torre dos Clérigos, uma conferência do Adelino do Forcado sobre a cultura dos míscaros na Cova do Cume.  N A D A.

Estas STARTUPS, WORKSHOPS, afins e similares, termos elegantes muito em voga pelas gentes das televisões, fazem-me sempre recordar o arraial de mofa que as velhotas da minha terra faziam dos conterrâneos em Lisboa que de vez em quando apareciam por lá de visita.

Aniceto Carvalho

Analfabetismos

ANALFABETISMOS

Eu nunca fui rato de biblioteca. Tinha mais que fazer. Mas porque o que lia era recomendado, tudo o que li era sempre do melhor.

Há uns tempos pediram-me emprestado "O Primo Basílio" do Eça de Queiroz. Recomendado pela professora a uma sua aluna de 17 anos.

O Quê? Uma professora recomendou "O Primo Basílio" a uma aluna adolescente de 17 anos?

(Nenhum adulto recomenda "O Primo Basílio" a uma adolescente de dezassete anos.

Qualquer miúda de dezassete anos sabe que "O Primo Basílio" anda perto do pornográfico... Se ainda não o leu foi porque ainda não calhou... Tudo bem, nada do outro mundo. Mas que seja a sua próptia professora a indicar-lho, sei lá porquê, fiquei um bocado confuso). 

Alguma vez esta professora terá tido "Os Lusíadas" nas mãos, ou saberá que o Eça de Queiros também escreveu "A Cidade e as Serras?

Imagine-se o quanto esta ilustre professora não cresceria intelectualmente se algma vez tivesse lido o "DEPOIMENTO" do Professor Marcello Caetano.

Aniceto Carvalho

Combatentes de avenida

COMBATENTES DE AVENIDA

Eu nunca quis lutar de armas na mão por nada nem por ninguém... Quando foi preciso, no entanto, pequei na trouxa e fui para a guerra pelo meu país... Não fiquei por aí de boina à Guevara e braço no ar a barafustar palavras de ordem avenida abaixo avenida acima, a querer exibir valentias que não tinha, a viver em casa dos pais, à conta do trabalho e sacrifício dos outros.

Aniceto Carvalho

Aquecimento global

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AQUECIMENTO GLOBAL

Lembro-me perfeitamente de serem intragáveis as uvas queimadas por mais expostas ao Sol em dias mais quentes de Verão, de encontrar de manhã as celhas no quintal com camadas de gêlo com centí­metros de espessura, de ver ramos de´´árvores derrubados pelo peso dos pingentes, de assisti da janela da casa do meu avô  a um ciclone em 1941 como não havia nem há memória de outro igual  em Portugal,de correr o paí­s de Norte a Sul pelo ar durante sete anos, de 1954 a 1960, não me recordo de um único incêndio florestal durante todo esse tempo.

Este era o efeito do aquecimento global na minha terra há setenta anos.

PETRÓLEO ALGARVIO

Estragar é estupidez, toda a gente concorda. Mas o Aquecimento Global, afins, protecções da natureza, etc.,  etc., associações disto e daquilo, não estão a fazer nada mais nada menos do que fizeram outras organizações ao longo de muitos séculos na base do medo, da superstição, do desconhecido e do obscurantismo. Como na Religião na Idade Média, se não forem "ELES" no mí­nimo a justificar a sua exisência, mais ninguém pode dar um passo em frente.

Aniceto Carvalho 

Parece mentira

PARECE MENTIRA

Mas acreditem, é  rigorosamente verdade:

Sem sangue, venenos, nada de perigoso, aos doze anos de idade, em Rio de Mouro, exterminei tudo quanto era rato na área eu onde vivia; voltei a fazer o mesmo quatro anos mais tarde, noutra terra, apenas porque foi preciso, sem que alguém me tivessa encomendado o sermão.

Tive piolhos aos treze anos de idade, um ano depois de ter limpado os ratos, com uma mezinha pouco mais que caseira, os meus piolhos acabaram ali mesmo para nunca mais.

Hoje, setenta anos depois, temos autarquias assoberbadas com problemas de desratização sem saberem resolver a situação...  entretanto, elegantes damas alfacinhas constituem e promovem empresas pela televisão para pôr fim ao flagelo dos piolhos nas escolas.

ESTAMOS NO FIM DA SEGUNDA DÉCADA DO SÉCULO XXI...  SABIAM?

Aniceto Carvalho

Jornais, afins e similares

JORNAIS DE PAPEL

Jornais de papel, foram, televisões generalistas, estão a andar.

Sendo assim, vamos continuar a pagar exorbitâncias de uma televisão pública apenas porque sim, quando qualquer crianança tem o mundo na mão à  distância de um clic?

Aniceto Carvalho

JORNALISMO DE INVESTIGAÇÃO

Se é rigorosamente proibido a qualquer entidade, seja pública ou privava, (mesmo que sob a aalçada do  Estado, como a Segurança Privada, por exemplo), meter o nariz em qualquer das áreas da autoridade e segurança pública, como é que um tal jornalismo de Investigação pode livremente utilizar o nome de pessoas em público seja a que tí­tulo for?

Aniceto Carvalho

Europeus e Civilizados

Clic e veja primeiro o ví­deo do endereço abaixo:

https://www.youtube.com/embed/02nLxNzIA9g

Conversa da treta para patego pouco esclarecido ouvir.

Nesta maravilhosa e civilizada Europa, em Paris, em Londres, em Bruxelas, em Lisboa, em toda a cultura ocidental, nas Américas, nas Ásias, Oceanias, por esse mundo fora, existem neste preciso momento milhares de bairros, fabelas, guetos, ruas, becos, etc., etc., etc., onde nem as próprias autoridades locais podem entrar livremente barradas pelos seus civilizados compatriotas.

Por alma de quem, a soldo ou mando de quem é que tem de haver sempre alguém a querer atirar com areia para os olhos do cidadão bem intencionado e distraído?

URGENTE: POLÍTICOS E GOVERNANTES COMPETENTES, PRECISAM-SE.

Aniceto Carvalho

A proporção das coisas

A PROPORÇÃO DAS COISAS

Ainda há pouco mais de cem anos valeria a cabeça ao cidadão não aceitar o superior saber do arcebispo protestante irlandês James Ussher, que em 1560 datava o iní­cio da Terra em 23 de Outubro de 4004 a.C.

Na altura, portanto, segundo a eminência,  a Terra teria 5564 anos.

Perante a realidade da ciência mais avançada, no entanto, e não por Obra e Graça do Divino Espí­rito Santo, a sábia criatura estava enganada:

O Planeta Terra tem 4,6 mil milhões de anos.

Não é preciso ser cientista, nem profissional das novas tecnologias.

Basta ter sido um técnico médio do Século XX para saber da evolução dos  materiais, tecnologias e equipamentos da nova geração.

Os últimos 30 anos foram avassaladores... E, APESAR DISSO:

Se a honestidade tivesse evoluí­do nestes últimos anos com a proporção da ciência e da técnica, dos anos de escolaridade, e do que muita gente julga saber, talvez ainda não tivéssemos atingido a melhor das perfeições mas, que estaríamos já bem mais perto, isso é uma verdade indiscutí­vel.

Aniceto Carvalho

Voltando ao passado

VOLTANDO AO PASSADO

Estou a ver a TVI na minha terra, Vila Nova de Poiares, a vender cautelas e a rifar carros… precisamente no centro da vila, onde há cerca de 75 anos um propagandista de feira com um macaquinho em cima de um escadote vendia banha da cobra... tal e qual como o “seta eléctrica”, um camarada aluno do meu curso, vendia panelinhas na Feira Popular.

TUDO COMO ANTIGAMENTE, COMO SE VÊ

DEVO TER OUVIDO MAL…

Porém, soou-me tão bem que nem fui confirmar para não perder o encanto que a palestra me causou: Julguei ter-me ficado no ouvido a intervenção recente do provedor do telespectador da RTP, como se sabe, uma criatura que nem dorme a pensar no cidadão, a protestar que as chamadas de valor acrescentado são culpa da SIC e da TVI com as quais a RTP tinha um acordo, a repudiar e a justificar o aumento das mesmas para um euro, e que, para acabar com isso devia ser aumentada a taxa do audiovisual.

Que era para depois voltar tudo ao mesmo – digo eu.

GOSTEI… ACREDITEM QUE ADOREI.

Quando nós temos dezenas de canais de televisão à escolha sem o flagelo da publicidade, as televisões generalistas e os jornais, etc., tudo a dar o berro, carregamos numa tecla e temos o mundo à frente dos olhos, isto é tudo o que temos de competência em gestores da coisa pública.

Aniceto Carvalho

NÃO VALE A PENA

NÃO VALE A PENA

Se acaso D. Afonso Henriques estiver em qualquer lado a ver, a sensação que ele deve ter do que se passa neste país, deve ser a mesma que toda a gente que escreve tem, (incluído eu), do que deixamos por aí escrito:

NÃO VALEU, NEM VALE A PENA.

Aniceto Carvalho

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