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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Acordo ortográfico em Moçambique

ACORDO ORTOGRÁFICO EM MOÇAMBIQUE.
Divinal… Só espero que apareça por aí alguém a traduzir. Eu não sei.
«Eh Oena, Lhe Can,
Nós aqui em Moçambique sabemos que os mulungos de Lisboa fizeram um acordo ortográfico com aquele tocolocha do Brasil que tem nome de peixe.
A minha resposta é: naila. Os mulungos não pensem que chegam aqui e buissa saguate sem milando, porque pensam que o moçambicano é bongolo.
O moçambicano não é bongolo não; o moçambicano estiva xilande. Essa bula bula de acordo ortográfico é como babalaza de chope: quando a gente acorda manguana, sevai ticumzar a mamana já não tem estaleca e nem sequer sabe onde é o xitombo, e a gente arranja timaca com a nossa família.
E como pode o mufana moçambicano falar com um madala? Em português, naturalmente. A língua portuguesa é de todos, incluindo o mulato, o balabasso e os baneanes. Por exemplo: em Portugal dizem "autocarro" e está no dicionário; no Brasil falam "bus" e está no dicionário; aqui em Moçambique falamos "machimbombo" e não está no dicionário. Porquê? O moçambicano é machimba? Machimba é aquele congoaca do Sócrates que pensa que é chibante e que fuma nos tape, junto com o chiconhoca ministro da economia de Lisboa. O Sócrates não pensa, só faz tchócótchá com o th'xouco dele e aquilo que sai é só matope.
Este acordo ortográfico é canganhiça, chicuembo chanhaca! Aqui na minha terra a gente fez uma banja e decidiu que não podemos aceitar.
Bayete Moçambique! Hambanine…

Júlio Vilar Santos

Júlio Vilar Santos

Era da minha altura na Força Aérea Portuguesa, mais curso menos curso, também mecânico de avião, ou mecânico eletricista. Só nos cruzámos nos anos 70, dois ou três anos, na DETA, em funções diversas, convivemos pouco mas conheceno-nos muito bem.
Começou a voar no Aeroclube da Beira, continuou no Guerra, estudou no Salvador Correia de Sá, quando eu cheguei à DETA era ele comandante de Friendship, a seguir de B-737.
Júlio Vilar Santos foi uma grande atleta do Benfica dos anos 50 do Século XX.

Mais um dos “desgraçadinhos” a quem os fascistas não deixavam fazer nada.

MORREU ONTEM... PAZ À SUA ALMA´

Aniceto Carvalho