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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Luís Vaz de Camões

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Luís Vaz de Camões

Terem retirado o Luís Vaz de Camóes do ensino da Língua Portuguesa foi um dos maiores crimes de lesa pátria praticados em Portugal. Para se ter uma ideia da dimensão da obra: Bastam dois escassos meses de estudo aturado e intensivo de "Os Lusíadas" para pôr qualquer pessoa menos letrada ao nível de poder acompanhar e participar numa conversa de cultura geral com qualquer antigo aluno do Curso Geral dos Liceus.  

Aquilino Ribeiro

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Clic para ver: - Aquilino Ribeiro

Não apreciei a escrita do Aquilino Ribeiro por aí além. Talvez demasiado complicada  para o meu gosto e tarimba. Portuguès ao mais elevado nível. Do melhor mas difícil de ler.

Ainda assim, li pelo menos quatro ou cinco dos melhores livros do Aquilo Ribeiro: "A Casa Grande de Romiragães", "Quando os Lobos Uivam", "Abóboras no Telhado", "O Malhadinhas", já não me lembro se mais algum. Licenciado em Coimbra, de alto gabarito, condiscípulo do Salazar, gostava tanto do homem de Santa Comba como tinha gostado da Monarquia.

Acho que era mais ou menos  anarquista, não tinha papas na língua.

Pelo menos num dos seus livros, "Abóboras no Telhado", da Biblioteca de Messe de Sargentos da Base Aérea 6 não fazia cerimónia quando falava do Salazar. 

Um dia em Luanda, em 1964, antes de saber isto tudo, recomendaram-me: Quando puder leia "O Malhadinhas"... é uma obra prima. "O Malhadinhas" é, de facto,  uma obra de arte. 

NOTEM: Li "Abóboras no Telhados" da "Biblioteca do Clube de Sargentos da Base Aérea 6".

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O Aquilino Ribeiro escrevia um Portugal que ainda hoje vale a pena ler.

O Malhadinhas era um almocreve da Beira Litoral Norte, região de Aveiro, que percorria toda a Beira Alta até ao Marão na sua actividade comercial, de noite e dia, através de serras, no meio de tudo o inimaginável.  Encontros e desencontros do interior beirão.

Aniceto Carvalho

Ferreira de Castro

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José Maria Ferreira de Castro

Um dos maiores escritores portugueses do Século XX, talvez de sempre.

Não sabia? É natural. Com a esplosão de cultura que brutou no 25 de Abril, alguém tinha de dar lugar às pujantes sumidades da nova era.

Ferreira de Castro o escritor que escrevia do que sabia e tinha vivido, Vale a pena ler.    

Aniceto Carvalho

De palpites está o mundo cheio

DE PALPITES ESTÁ O MUNDO CHEIO
Eu sabia aos dezassete anos que dos processos existentes para ter um futuro equilibrado, a vida artística nem me passava pela cabeça. Julgo que o sabia por pura intuição. Não me enganei... Só me admira que gente tão esclarecida em palpites sobre tudo e mais alguma coisa, sobre o que sabe e não sabe, ande agora de mão estendida à caridade, a culpar toda a gente, e não tenha tido algum bom senso para acautelar os seus anos de fim de carreira
Aniceto Carvalho

Militares de antigamente

Que fique bem claro: 

o usamos Fack News... nem sabemos o que isso é. 

Só para dizer...

No meu tempo um militar podia ser punido por se magoar sem justificação;

hoje é a hirarquia que põe um instruendo no hospital à cacetada.

Aniceto Carvalho