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RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

AS GRADES DO MEU EU

AS GRADES DO MEU EU
Com aproximadamente a mesma idade da Zita Seabra, aos dezassete anos, eu tive um desafio supremo na minha vida. Tinha de pôr o assunto ao patrão, assim fiz, este não esteve pelos ajustes de me deixar seguir o meu caminho. Passaram-se alguns dias só me voltou a pôr os olhos em cima porque eu quis e quando me apeteceu.
Filha de gente bem, estudante a entrar na universidade, a Zita Seabra filiou-se no PCP, ficou na clandestinidade os melhores anos da vida dela.
Eu era um jovem provinciano, empregado do comércio. Com apenas a Quarta Classe que grades seriam necessárias para me sequestrar durante dez anos?

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Aniceto Carvalho

MONTIJO DO EXTERIOR

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Esta fotografia foi tirada da margem esquerda do Estuário do Tejo, frente a Belém, de maneira a apanhar o máximo de Lisboa. Não é visível qualquer terra da margem Sul do Mar da Palha.

Clic e Veja: - Montijo do Exterior

Recorde a "Linda falua", "uma belíssima canção infantil que eu cantava no recreio, no interior da Beira Litoral, na primeira metade dos anos 40.

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Ouça e recorde: - Que linda falua...

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Aniceto Carvalho

ANOS DE OURO

ANOS DE OURO

Talvez sejam velharias. Talvez. A verdade, no entanto, é que nós nunca vimos nem ouvimos os nossos pais e avós dizerem que no tempo deles é que era bom, nem gerações que têm tudo a queixarem-se com falta de tanta coisa.

Nós, hoje, com 84 anos,  que abrimos os olhos ao som dos primeiros tiros da Guerra  Civil de Espanha, que estivémos nas bichas do pao e do açucar no tempo da Segunda Guerra Mundial, que combatemos pelo país na Guerra do Ultramar,  

Clic e veja: - Crise, passámos nós

De dificuldade e necessidades, não de valores e princípios. 

Aniceto Carvalho

AVIADORES EM TERRA

AVIADORES EM TERRA

Alguém deixou dito que o meu livro "Aviadores em Terra" devia estar à cabeceira de todos os que passaram pela Base Aérea 6.

Também acho… E que jeito que isso me dava!!!

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Aniceto Carvalho

POLITIQUEIROS E POLITICOIDES

POLITIQUEIROS E POLITICOIDES

No dia em que o político, politiqueiro, politicoide, afim ou similar, candidato a qualquer coisa for escrutinado até ao limite da exaustão pelo próprio partido, depois aprovado por uma entidade independente acima de toda a suspeita, e os nomes publicados numa lista nacional à qual qualquer cidadão possa dar o seu parecer responsável, eu vou passar a votar.

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Aniceto Carvalho

ARIEL SQUARE FOUR

ARIEL SQUARE FOUR - 1956
Por certo em 1955, ou princípios de 1956, acredito que, muito possivelmente o último ou o penúltimo curso de pilotos praças ainda a voar de Helldiver na unidade do Montijo.
Uns quatro ou cinco, não mais, dois que se destacavam dos restantes: Um deles, o Cardoso, que tinha uma mota de quatro cilindros, uma Ariel Square Four, uma máquina que parecia ter vindo de outra galáxia na altura; o outro, o Teles, um gajo de altura mediana com o mesmo de largura, do tipo armário, que tinha um bigode que parecia o Kaiser.

Tudo gente do melhor, com quem eu me dava normalmente bem.
O Teles jogava Rugby no Agronomia ou coisa assim.
Por vezes, quando o ar estava mais respirável, livre de vapores de petróleio e gasolina em redor da manutençao dos Helldiveres, os pilotos gostavam de espreitar quais os truques que nós usávamos para manter no ar as sete toneladas de aço onde eles voavam.

Ficavam por ali, conversava-se de tudo... iam à vida deles.

Um dia o Teles olhou para mim com mais atenção. Reparou nos meus robustos pouco mais de 50 quilos mal pesados com um metro de sessenta e cinco, e sentenciou:
- A ti fazia-te bem era jogar rugby.
- OK – balbuciei a disfarçar. Recompus-me e retruquei perentório: – Muito bem... mas a partir de hoje passas a assobiar a Marselhesa antes de entrares no hangar.
- Ora essa... porquê? – perguntou ele.
- Para eu ter tempo de me esconder, evidentemente.

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Aniceto Carvalho

A VERDADE DAS COISAS

A VERDADE DAS COISAS

Vejam este vídeo com atenção... procedam igualmente com todos os outros sobre a conservação da natureza, etc. e tal. 

E acreditem se quiserem:

Todas as filmagens sobre a Conservação da Natureza - salvo uma ou outra excepção - são feitas em estúdios apropriados, com animais comprados em redes de contrabando de caça furtiva. 

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Aniceto Carvalho

MEMÓRIAS DE ESTIMAÇÃO

MEMÓRIAS DE ESTIMAÇÃO
Pessoalmente não tenho qualquer razão de queixa dos franceses, admito até estar errado… no entanto, pelo que julgo saber e conhecer da história, não vou à bola com gauleses nem um bocadinho. Para já não falar no descalabro que se seguiu à Revolução Francesa, de certo o comportamento social mais asqueroso de qualquer outra situação semelhante conhecida, o quadro do fim da Segunda Guerra em França foi de deixar qualquer pessoa minimamente civilizada totalmente perplexa.
Não conheço nada de semelhante que se tenha passado em mais algum lado. Como o dá entender a Margareth Mitchel em “E tudo o vento levou”, salvo os normais resíduos, quando a guerra civil americana acabou... acabou e pronto.
Não conheço. Nunca em Portugal, nem na Guerra Civil de Espanha, apesar de tudo, nem durante nas independências, em África.
Foi simplesmente abominável o que os francesses fizeram aos compatriotas das zonas ocupadas na Segunda Guerra. Obra das “amplas liberdades” a aproveitar a embalagem a seguir à Guerra. Seja como for, quem ficou com a fama foram os franceses.
VEJAM NO CANAL HISTÓRIA: “O lado oculto da Segunda Guerra”.
Resposta à História de O SILÊNCIO: Acredito plenamente.

Mas também é verdade que pelo menos numa das últimas batalhas do Oceano Pacifico antes do fim da Segunda Guerra, no caso no Mar das Filipinas, os americanos matavam na água os marinheiros japonenes dos navios afundados. 

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Aniceto Carvalho

JAPÃO... CONHECEM?

JAPÃO... CONHECEM?

Clic e veja: - Fique com uma ideia

Quatro vezes maior que Portugal, 126 milhões de habitantes.

Uma potência económica, como se sabe.

Sem nem sequer ser uma lingua das ditas universais, tem de longe a maior percentagem de autores e livros vendidos no mundo.

VALE A PENA PENSAR... 

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Aniceto Carvalho

QUEM SABE, SABE

QUEM SABE, SABE
Acabo de ver um programa do Professor José Hermano Saraiva na RTP Memória sobre Macau, emitido uns dias antes da passagem daquele antigo território português para a China. Passaram-se vinte anos. Vejam o que dizia o professor então, o que se sabe hoje e comparem com o que aconteceu com tudo o que era português.

Recorde-se o senhor Pandita Nehru que, não lhe chegando a endémica miséria da Península do Industão, não descansou enquanto não levou as gentes de Goa, Damão e Diu a chorar para sempre, até hoje, a desdita de terem caído nas garras da União Ondiana.
Saiba quem foi. PANDITA NEHRU, o ditador indiano era o grande ídolo de um radialista português do princípio dos anos 50, Igrejas Caeiro, depois de 1974, deputado abrilista.

Por falar em Macau, em Nehru, etc., fui relembrar umas coisas antigas que eu sabia do Igrejas Caeiro, o admirador do ditador indiano da altura.
Mantenho: Com o meu método de ler coisas destas ainda não encontrei ninguém desta gente que se aproveitasse... Por outras palavras: Por mais voltas que lhe queiram dar, a mentira é sempre asquerosa coxa e de perna curta.

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Aniceto Carvalho

IMPORTANTE É ESTAR ATENTO

IMPORTANTE É ESTAR ATENTO

Clic e leia - Observador - Opinião

Precisamente o que eu ando a pensar há dias.

O Joe Berardo não ficou rico em Portugal, trouxe a fortuna da África do Sul.

Não ficou rico por ser dono de escritórios de advogados a trabalhar para o estado.

Deram-lhe as condecorações porque trouxe milhões para Portugal a sustentar polidores de esquinas profissionais que nada sabem nem querem fazer.

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O importante é não esquecer a Zita Seabra, FOI ASSIM: “É preciso ter sempre alguém bem colocado nas empresas estratégica”. O importante é destruir…
E dstruir é também minar por dentro, retirar a confiança ao investidor venha ele da China ou da Lourinhã. Minar por dentro é abater o empresário em dificuldades esquecendo os milhões que ele pagou em impostos e as centenas de postos de trabalho que criou. Minar por dentro é limitar psicologicamente a iniciativa ao empreendedor. Minar por dentro é fazer coro com certa gente colocada nos lugares chave precisamente para minar o país por dentro.
Minar por dentro é fazer de coisas sérias peixeiradas na praça pública.

Fazer coro com esta gente é cavar a própria sepultura. 

Aniceto Carvalho

CUECAS DA TROPA

CUECAS DA TROPA
O tecido era uma espécie de liga leve composta de serrapilheira, fibra de juta e sizal com um toque de folha de flandres. Chamavam àquilo pano cru, não sei porquê.
Mais ou menos como as bermudas que vieram muito depois… iam até lá para baixo do joelho, ums coisa sem feitio que podia servir até para cuecas de militares.
Depois de um ano de lavagens e pedra, (nos velhos tempos lavava-se a roupa a esfrega-la numa pedra), punham-se de pé num extremo da camarata, com um valente pontapé caiam direitinhas firmes e hirtas no outro extrmo do corredor a trinta metros.
Foi então que tendo eu ido ao alojamento dos oficiais a fazer já não sei o quê se me depara um tenente navegador com umas cuecas de mulher vestidas.
Corri à camarata, foi um alarido. Aqui d’ El Rei!!!… o mundo está perdido!!!
E eis então que, perante o desmando e a algazarra ensurdecedora:
- ESTÁ NA MODA, PORRA!!! Cambada de parolos!!!
Estávamos em 1954 ou 1955. Realmente, viu-se depois, aquilo, que se chamava SLIP, era muito mais aconchegadinho e dava outro sainete.
Mas vou dizer: Com estas cuecas de meter no cu, acho que não vou lá.

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Aniceto Carvalho

A CAIXA DO ENGRAXADOR

A CAIXA DO ENGRAXADOR
Com 39 anos em 1974, a trabalhar desde os 12, eu tinha 18 anos de militar e dez de Guerra no Ultramar. Na mesma data, com a minha idade, eram às centenas os “democratas” na clandestinidade, os estudantes cábulas fugidos ao dever militar, os traidores a conspirar no estrangeiro, os criminosos de delito comum, (ditos lutadores da liberdade), os polidores de esquinas, os achadiços, etc., que nunca na vida tinham mexido uma palha pelo país.
Não é preciso ser muito inteligente. Basta saber ler e fazer contas para ter uma ideia de quantos dos 230 lugares na Assembleia da República foram ocupados por gente desta… ou de quantos analfabetos passaram a sentar-se em cadeiras de encosto por esse país fora para os quais até a tampa de uma caixa de engraxador já era demais.

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Aniceto Carvalho

POSTEI NO OUTRO DIA

Postei no outro dia…
Clic e veja: - Com um ADN diferente

Tem-me acontecido desde sempre: Salta-me uma ideia qualquer inovadora, algumas que até tenho guardadas, esqueço-a por falta de meios, mais tarde aparece-me alguém a adejar o penacho por ter descoberto o caminho para a Nova Zelândia pelo centro da terra.

Foi o caso agora.
Disse eu há dias: “Pague-se ao trabalhador com justiça, incentive-se o seu merecimento. Estabeleça-se uma momeação e um prémio nacional para um X deles com seriedade e mérito… Não por pertencer ao grupinho”.
E aí está: Acaba de ser distinguido um professor de história do secundário por ter aplicado nas suas aulas um método inovador de ensinar.
É isto. E não é novo. Há muitos anos que a caixa de sugestões era usual em algumas empresas. Embora não me lembre bem, tenho a ideia que chegou a dar frutos.

É isso. E não custa nada. Basta  institucionalizar a iniciativa.

Do poster anterior, no entanto: Como dizia o marine americano do tempo da Guerra do Pacífico: “Importante, acima de tudo, é que o chefe seja competente”.

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Aniceto Carvalho

PARA LÁ DA VERDADE

PARA LÁ DA VERDADE
O socialismo é contra a ordem natural das coisas.
Qualquer pessoa que acredita nesta doutrina está a preconizar uma sociedade de autómatos e a fazer dos outros estúpidos.
Por causa de energúmenos que apenas para se manterem no poleiro baseiam as suas políticas na culpa dos ricos pelas dificuldades dos pobres é que há milhões de pessoas a morrer de fome.

Tudo porque é sempre mais fácil contentar um povo com subsídios e futebol do que fazê-lo votar em quem o faz trabalhar. 

E tem sido por causa dos ricos, (os colonialistas), que dezenas de anos depois das independências não existe um único país africano que não esteja nos níveis mais baixos de miséria.

Consta, e não custa nada acreditar, que a própria  República da África do Sul, até há pouco o único recurso nas catastrofes africanas,  está a dois passos de ela mesma sucumbir.   

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Aniceto Carvalho

DEFENDER O CASTRO

DEFENDER O CASTRO

Normal e certo é fazer costas com costas com o vizinho a defender o castro... não é fugir e ver de longe a família a ser chacinada.

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Aniceto Carvalho 

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