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RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

KUING YAMANG

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Kuing Yamang

Opinião de um professor chinês de Economia, sobre a Europa
Do Professor Kuing Yamang, que viveu em França.

1 - A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Vivem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos.
2 - Os industriais Europeus estão fartos dr suportar o custo de trabalho na Europa, os impostos e taxas para financiar a assistência generalizada.
3 – Os europeus vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4 - Os europeus destruíram a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5 - Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal.
6 - É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
7 – Os europeus ainda não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas.
É uma total inversão de valores.
8 - Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação.
A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do da China!
9 - Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los.
Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...
10 - Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
(Os europeus) vão-se desintegrar directos a um muro e a alta velocidade...

Seja quem for o Professor Kuing Yamang, a herança que espera os nossos vindouros não se afigura muito mais risonha do que isto.

Aniceto Carvalho