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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

ERA ASSIM, RIGOROSAMENTE ASSIM

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SEM COMPUTADORES NEM INTERNET
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX se você precisava do Bilhete de Identidade com urgência ia ao Arquivo de Identificação de Lisboa, de Coimbra ou do Porto, regressava a casa horas depois com o documento no bolso. Ou mandavam-lho pelo correio… Se a pressa não era muita o Arquivo e Identificação no seu Concelho tratava disso em três dias… e também lho mandavam para casa.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX legalizar um automóvel demorava das nove ao meio-dia na Conservatória do Registo Automóvel na rua de São Paulo… a carta de condução era numa tarde na Rua Palmira.
SEM COMPUTDORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX todas as escolas do Mundo Português, da Pínínsula Ibérica à costa Oriental da África, Moçambique, abriam no mesmo dia e na mesma hora, os exames do mesmo curso eram todos à mesma hora e minuto, os resultados eram afixados minutos depois dos exames realizados.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX, qualquer jovem de dezoito anos que não tivesse tido possibilidades de estudar na sua devida altura podia comprar os livros dos cursos do liceu, estudar por si sem pôr os pés na escola, fazer os respectivos exames e chegar aos píncaros... E muitos que conhecemos o fizeram. SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Às minhas gerações dos meados do Século XX, bastava ter rumo e querer... não era preciso ser filiado em nada, filho de doutor, nem andar a lamber cus a ninguém nem a polir esquinas para ter todas as oportunidades do mundo e fazer delas o que entendesse. Passei por isso, sei do que falo.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX as insígnias da patente eram a única diferença entre ouniforme de um general da Força Aérea e um subalteerno...
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET, toda a indústria portuguesa dos anos 50, 60 e 70 do Século XX recuou mais cem anos a seguir ao 25 de Abril de 1974.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos anos 50, 60 e 70 do Século XX uma renda de casa rondava os 10% de um ordenado da classe média baixa… hoje uma renda de casa leva metade de um salário médio... SEM COMPUTADORES NEM INTERNET, tinha mais aviões nos meados do Século XX só numa unidade de treino da Força Aérea Portuguesa, do que tem hoje toda a arma com três vezes mais efectivos.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Com todos os ditos “terrores” nos meados do Século XX se precisávamos de um agente da autoridade tínhamos de o procurar… hoje temos mais policia a "encaixotar" adeptos de um jogo de futebol do que militares na Praça do Coméricio nas comemorações do 10 de Junho.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX nós não sabíamos quem eram os ministros... Nem interessava. Importante era saber que a honestidade de quem governava estava ao serviço do país. E isso chegava muito bem.
Pouco me interessa votar desde que quem governa me mereça todo o respeito.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM - OUTRAS GENTES

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OUTRAS GENTES
Com uma guerra devastadora ao lado da porta na segunda metade dos anos 30 do Século XX, e outra à escala global que deixou o Mundo e a Europa em chamas lodo a seguir, os nossos pais e avós não fugiram de casa para ir viver de mão estendida à custa dos outros... pegaram na enxada e ninguém morreu à fome.

OUTRAS GENTES... EU ESTAVA LÁ. 

O COLONIALISTA
O colonialista foi para África, para a América, para a Ásia, para a Oceania, pegou na enxada e na roçadoira, plantou e semeou, constituiu família, fez uma fazenda, criou postos de trabalho, nasceu a povoação, vieram a missão, a escola e a cidade.
Passaram anos. Farto do homem que o fazia trabalhar, o colonizado correu com o colonialista, veio a independência. Mais uns anos, com um pais onde bastava colher o que estava semeado para encher a barriga a toda a gente, o antigo colonizado anda hoje a correr mundo de mão estendidad a viver à conta dos outros.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM... ESTA A VERDADE

ERA ASSIM... ESTA A VERDADE.
Que nas últimas quatro décadas andámos cem anos para trás?
SE NÃO É VERDADE... Onde estão o início das aulas no mesmo dia e hora em qualquer ponto do país, os resultados dos exames da primária afixados minutos depois de realizados, e os exames do primeiro ao terceiro ciclo do secundário feitos à mesma hora em todo o Portugal de então, do tamanho de metade da Europa, a dez mil quilómetros de distância uns dos outros?
SE NÃO É VERDADE... Onde está agora a legalização do automóvel das 09:00 da manhã às 11:30, na parte da manhã, na Rua de São Paulo, e a revalidação da carta de condução na parte da tarde, na rua Palmira?
SE NÃO É VERDADE... Onde estão então a CUF, a SOREFAME, a MUNDET, a LISNAVE, a DUARTE FERREIRA, etc., etc., toda a indústria portuguesa em geral, e o crecimento económico do país de 7% ao ano em 1974?
SE NÃO É VERDADE… Onde está a Força Aérea Portuguesa com mais aviões numa só unidade de treino em 1958 do que tem hoje toda a Aviação Militar…

SE NÃO É VERDADE... Onde estão as dezenas de paquetes da Marinha Mercante Portuguesa, a frota da Pesca do Bacalhau, o crescimento a olhos vistos de dia para dia com quase duzentos mil homens em pé de guerra?

SE NÃO É VERDADE… Onde estão hoje os sete cafés da Praça da República da então vila ribeirinha do Montijo dos meados do Século XX, com movimento na zona até às tantas sem necessidade de olhar para o lado.
SE NÃO É VERDADE… Quem fazia hoje funcionar uns “Transportes Aéreos Militares”, uma ponte aérea de 14 anos de Guerra do Ultramar, no Portugal espalhado pelo mundo, de noite e dia sem um acidente?

SE NÃO É VERDADE... Onde estão hoje os jovens de dezanove anos responsáveis por aviões onde outros jovens da mesma idade iam voar?  

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM... A VERDADE

NO TEMPO DO ESTADO NOVO´
Saía-se da Estação do Rossio, atravessava-se para o passeio do Café Gêlo, entre este e a estação dos Correio na esquina a seguir, um armeiro com uma vitrina de um metro quadrado ao lado da porta mostrava ao mundo o que de melhor e mais moderno havia em portugal em armas de defesa pessoal. Apenas por trás de um vidro vulgar. Sem tibiezas: Do mais luxuoso coldre com coronha em madre pérola, à mais famosa caçadeira de canos sobrepostos, à discreta 6.35 que se metia na pequena algibeira do cós das calças.
Em todo o lado: Em Luanda, na Beira, em Nampula, em Tete, etc., em plena Guerra do Ultramar com centenas de militares por todo o lado, no Montijo, em Palmela, sei lá onde, em qualquer terra que justificasse a existência do negócio.
Bastava o Registo Criminal limpo, um requerimento ao comandante distrital da polícia a justificar a compra da arma, o próprio armeiro tratava de tudo.
Perfeitamente acessível para toda a gente.
Hoje, embora cidadão exemplar, que até combateste pelo teu país, tu não tens qualquer hipótse de usar um corta unhas como arma de defesa pessoal… A não ser que já estejas farto de aturar hipócritas e incompetentes… e aí então, segundo dizem, se bem trabalhadinho, até podes comprar um canhão sem recuo.

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Aniceto Carvalho

ERA ASSIM... PARA NÃO ESQUECER

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CONVÉM NÃO ESQUECER

Como qualquer português que o tenha vivido pessoalmente muito bem sabe, o Portugal dos meados do Século XX nunca teve rigorosamente nada a ver com aquele que uma data de gente sem qualquer préstimo apregoa há 44 anos.
O Portugal do Estado Novo teve o maior crescimento de toda a sua história no terceiro quartel do Século XX, e o reconhecimento e prestígio do país na Europa e no Mundo ainda hoje estão muito longe de atingirem os níveis dessa época.

Uma amostra:  Em 1958, quando a peseta valia 40 centavos, menos de metade do escudo, e os sargentos espanhóis andavam de calças rasgadas no cu, os militares da Força Aérea Portuguesa eram os mais bem fardados do mundo... Hoje a Espanha está em 26º. do ranking do IDH, (Índice de Desenvolvimento Humano), Portugal está em 41º…

Esta é a verdade… o resto nem para substituir o papel higiénico.
Aniceto Carvalho

ERA ASSIM - CRIME DE LESA PÁTRIA

CRIME DE LESA PÁTRIA

Dizia o Professor José Hermano Saraiva:

"Quem tem talento nas mãos, tem nas mãos o seu próprio futuro".

O que é rigorosamente verdade: Basta a alguém mostrar as mãos para que, sem precisar de dizer uma palavra, tenha imediatamente trabalho em qualquer parte do mundo

E por isso:

Não só pela colossal perda de mão-de-obra qualificada, como pelo talento manual que resultava da prática oficinal, como da ginástica mental a que essa mesma prática obrigava, a destruição do ensino técnico pelo 25 de Abril foi o maior crime de lesa Pátria de todos os tempos praticado em Portugal.

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Aniceto Carvalho