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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

DEVE SER DO MATERIAL

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DEVE SER DO MATERIAL
Embora limitadas ao radio-amadorismo, a entidades oficiais e às forças de segurança, sem fazer parte dos meus interesses profissionais, como a música, o desporto e muitas outras coisas, as telecomunicações nunca me passaram ao lado.
Não me surpreendeu por aí além quando no princípio dos anos 80 tive de equipar a minha empresa recém constiuída com uma rede de telecomunicações,
Informei-me: Como equipamento de telecomunicações civil, para além da Banda do Cidadão, (CB), inclusive usada pelas bombeiros, não havia mais nada.
Era o que havia. No entanto, com prós e contras, não era tão mau como isso. Em finais da década apareceu o FM de frequências atribuídas: E assim com diversos walkie talkies e um repetidor localizado num ponto alto, podia falar-se entre um ou diversos operadores a vinte quilómetros de distância ou mais. A outra modalidade, que ainda hoje se observa  nas superfícies comerciais, era constituída apenas por diversos walkie talkies sem repetidor com outras características para distâncias mais curtas.
(Embora a deficiência da falta da sigilio, (que os bombeiros superavam ao respeitar o canal 9 só para eles e a banda larga do CB ), e o walkie talk do (CB) não ser muito prático, em diversos aspectos a Banda do Cidadão não era inferior ao posterior FM.
Não gosto de falar do que não sei. Por issso o meu silêncio de há dois anos que tenho andado confundido com o ruído das telecomunições à volta dos incêndios.
Finalmente parece-me estar a ver qualquer coisa no horizonte: Salvo as devidas diferenças nos milhões de euros, o SIRESP não é nada mais nada mais nada menos do que o sistema de telecomunicações que eu tinha na minha empresa.
A minha empresa não tinha capacidade para engenheiros, tinha de ser eu a resolver os problemas… mas quem me vigarizasse com equipamentos não faltou.
O defeito deve ser do material.

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Aniceto Carvalho

SOICHIRO HONDA - A INICIATIVA

PARA JOVEM PORTUGUÊS VER E SABER.

TRABALHO DE EQUIPA
Deve ser por decisões superiores destas que eu adoro esta nova filosofia do “trabalho em equipa” nas escolas cá da Ocidental Praia Lusitana… É que assim vamos continuar a ter multidões de "estudantes" sem rei nem roque, campos de futebol e concertos a deitar acéfalos pelas costuras, programas de captação de artistas a alienar jovens perdidos no mundo, sem o perigo das nossas criancinhas queimarem os neurónios a pensar pela sua cabeça, vir a ter iniciativa ou a transformarem-se nalgum Soichiro Honda. 

E dizia John Steibeck: - Mente humana em perigo

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Aniceto Carvalho

PAUL ANKA

PAUL ANKA

Ainda há pouco sabia esta canção de cor e salteado.
Aprendi-a no tempo da manutenção dos Helldivers, em 1955, nos meus vinte anos, em inglês e tudo, sem saber uma palavra na língua de sua magestade britànica.
Por essa altura fui à terra.
Estava em casa da minha avó com um mar de velhotas e menos velhotas à minha volta, sei lá porquê comecei a trautear o "You are my Destiny".
Foi o fim da macada: Tive de cantar o “You are my destiny” do princípio ao fim.
Depois desta provação, o resto da vida tem sido uma brincadeita.

Aniceto Carvalho