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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

RECADO A UM JOVEM

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RECADO A UM JOVEM
Acabei de ver um programa sobre a história da construção do Boeing 747, como tenho visto muitos outros programas do mesmo género.

Hoje com 84 anos de idade, tive 30 anos de profissão activa…
Se eu hoje tivesse dezassete anos, faria tudo para trabalhar numa empresa de aviação nem que tivesse de entrar pelos esgotos, mesmo de borla, viraria o mundo das avessas para conhecer o equivalente a um Boeing por dentro o por fora aos 23 anos.
Que ninguém tivesse pena de mim. A partir daí bastava manter-me atualizado para ter o mundo aos pés. Não é para todos... mas sei do que falo.

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Aniceto Carvalho

BIBLIOTECAS ITENERANTES

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BIBLIOTECAS ITINERANTES

Contra factos não há argumentos 

(Veja com os seus olhos: Computadores, bases de dados, etc., em qualquer biblioteca municipal onde você entre tem mais funcionários que utentes. CONFIRME). 

Agora clic e veja:  

Bibliotecas Itinerantes

Bibliotecas Caloust Gulbenkian

Quando Portugal era um país "atrasado", havia umas carrinhas a correr o país, de porta em porta, que punham os livros à frente dos olhos dos eventuais leitores.

Eram as Bibliotecas Itinerantes da Gulbenhian... Sem esquecer que, algumas terras  modestas de província tinham bibliotecas bem interessantes.

Como a da Praia do Ribatejo, da qual li bastante em 1969 e 1970).
Hoje qualquer terriola tem uma apetrechada e luxuosa biblioteca pública com montes de funcionários a atropelarem-se uns aos outros e milhares de livros. Lá dentro... Mas se estão lá dentro ninguém os vê... e se ninguém os vê, também não os lê.
Não adianta: Por mais areia que nos queiram atirar aos olhos, por mais apetrechada que seja uma biblioteca no centro da cidade não tem rigorosamente nada a ver com uma biblioteca itinerante que levava os livros à porta das pessoas.

À Binlioteca Itinerante parada ao pé da porta ia a dona Aurora requisitar um novo livro, ia a vizinha ver as novidades, (e já agora levava um mesmo que fosse só para não ficar atrás), e ia a alcoviteira da rua desenferrujar a língua... que, se calhar, um dia destes, ainda ia levar também um para dar uma vista de olhos.

Ah... E iam também as criancinhas... o que era muito importante.

Era o que se via: E vejam aqui também para confirmar:

Bibliotecas Itinerantes

Hoje, à luxuosa biblioteca vai o velhinho ler o jornal. Com centros comerciais por todo o lado onde regalar os olhos, hoje ninguém vai "perder tempo" onde nada há para ver.
Bibliotecas Itinerantes, contudo, são velharias... Enquanto se gastarem fortunas em cinema, teatros e outros fantochadas só para dar "trabalho" a hipotéticos "artistas" de compadrio, afins e similares, o dinheiro nunca poderá chegar para tudo.

É por isso que os cães adoram roer ossos?... Porque não lhes dão a carne. 
Aniceto Carvalho