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Réstias do Tempo BEYOND

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

Réstias do Tempo BEYOND

Esconder quem somos sugere sempre contas por ajustar com o passado.

ASSIM NÃO DÁ

ASSIM NÃO DÁ
E enquanto for assim não há nada a fazer
Em 1978, alguém, uma tripulação, foi buscar à fábrica, a Seatle, um novo Boeing para a companhia de bandeira portuguesa, etc. e tal e por aí fora.
Feitos os ensaios de entrega não havia dinheiro para levantar o avião.
Mais um mês de vergonha. Na hora da entrega dos aviões, chegavam as tripulações para o voo ferry, o mínimo, naturalmente, para voos desse tipo, pilotos, técnicos, assistentes, tomavam o seu lugar, o avião desaparecia nos ares para as diversas partes do mundo.
Chegou a vez da partida do avião português. Horas seguidas de horas de formalidades. Cento e cinquenta convidados a bordo, do director ao varredor de pista.
A America Airlines, que na altura nem sequer voava para fora dos Estados Unidos, tinha 360 aviões comerciais de jacto… hoje tem mais de 1500.
Nós tínhamos e vamos continuar a ter coisas destas: Toda a gente a querer mandar sem nunca ter mostrado uma ponta de competência para governar uma família.
Aniceto Carvalho

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