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Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

MEMÓRIAS DE ESTIMAÇÃO

MEMÓRIAS DE ESTIMAÇÃO
Pessoalmente não tenho qualquer razão de queixa dos franceses, admito até estar errado… no entanto, pelo que julgo saber e conhecer da história, não vou à bola com gauleses nem um bocadinho. Para já não falar no descalabro que se seguiu à Revolução Francesa, de certo o comportamento social mais asqueroso de qualquer outra situação semelhante conhecida, o quadro do fim da Segunda Guerra em França foi de deixar qualquer pessoa minimamente civilizada totalmente perplexa.
Não conheço nada de semelhante que se tenha passado em mais algum lado. Como o dá entender a Margareth Mitchel em “E tudo o vento levou”, salvo os normais resíduos, quando a guerra civil americana acabou... acabou e pronto.
Não conheço. Nunca em Portugal, nem na Guerra Civil de Espanha, apesar de tudo, nem durante nas independências, em África.
Foi simplesmente abominável o que os francesses fizeram aos compatriotas das zonas ocupadas na Segunda Guerra. Obra das “amplas liberdades” a aproveitar a embalagem a seguir à Guerra. Seja como for, quem ficou com a fama foram os franceses.
VEJAM NO CANAL HISTÓRIA: “O lado oculto da Segunda Guerra”.
Resposta à História de O SILÊNCIO: Acredito plenamente.

Mas também é verdade que pelo menos numa das últimas batalhas do Oceano Pacifico antes do fim da Segunda Guerra, no caso no Mar das Filipinas, os americanos matavam na água os marinheiros japonenes dos navios afundados. 

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Aniceto Carvalho