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RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

RÉSTIAS DO TEMPO - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

QUEM SABE, SABE

QUEM SABE, SABE
Acabo de ver um programa do Professor José Hermano Saraiva na RTP Memória sobre Macau, emitido uns dias antes da passagem daquele antigo território português para a China. Passaram-se vinte anos. Vejam o que dizia o professor então, o que se sabe hoje e comparem com o que aconteceu com tudo o que era português.

Recorde-se o senhor Pandita Nehru que, não lhe chegando a endémica miséria da Península do Industão, não descansou enquanto não levou as gentes de Goa, Damão e Diu a chorar para sempre, até hoje, a desdita de terem caído nas garras da União Ondiana.
Saiba quem foi. PANDITA NEHRU, o ditador indiano era o grande ídolo de um radialista português do princípio dos anos 50, Igrejas Caeiro, depois de 1974, deputado abrilista.

Por falar em Macau, em Nehru, etc., fui relembrar umas coisas antigas que eu sabia do Igrejas Caeiro, o admirador do ditador indiano da altura.
Mantenho: Com o meu método de ler coisas destas ainda não encontrei ninguém desta gente que se aproveitasse... Por outras palavras: Por mais voltas que lhe queiram dar, a mentira é sempre asquerosa coxa e de perna curta.

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Aniceto Carvalho