Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

Réstias do Tempo - BEYOND

Por mais que repetida, dure o tempo que durar, meio século ou milénios, a mentira é sempre repugnante, vesga, coxa e de perna curta.

ERA ASSIM, RIGOROSAMENTE ASSIM

Postes relacionados - Clic e veja

Era assim - (PDF) XXX A não esquecer  XXX O Amigo Folgosa XXX Outras Gentes

Rigorosamente Verdade XXX Portugal dos Pequenitos XXX Telecomunicações

SEM COMPUTADORES NEM INTERNET
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX se você precisava do Bilhete de Identidade com urgência ia ao Arquivo de Identificação de Lisboa, de Coimbra ou do Porto, regressava a casa horas depois com o documento no bolso. Ou mandavam-lho pelo correio… Se a pressa não era muita o Arquivo e Identificação no seu Concelho tratava disso em três dias… e também lho mandavam para casa.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX legalizar um automóvel demorava das nove ao meio-dia na Conservatória do Registo Automóvel na rua de São Paulo… a carta de condução era numa tarde na Rua Palmira.
SEM COMPUTDORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX todas as escolas do Mundo Português, da Pínínsula Ibérica à costa Oriental da África, Moçambique, abriam no mesmo dia e na mesma hora, os exames do mesmo curso eram todos à mesma hora e minuto, os resultados eram afixados minutos depois dos exames realizados.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX, qualquer jovem de dezoito anos que não tivesse tido possibilidades de estudar na sua devida altura podia comprar os livros dos cursos do liceu, estudar por si sem pôr os pés na escola, fazer os respectivos exames e chegar aos píncaros... E muitos que conhecemos o fizeram. SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Às minhas gerações dos meados do Século XX, bastava ter rumo e querer... não era preciso ser filiado em nada, filho de doutor, nem andar a lamber cus a ninguém nem a polir esquinas para ter todas as oportunidades do mundo e fazer delas o que entendesse. Passei por isso, sei do que falo.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX as insígnias da patente eram a única diferença entre ouniforme de um general da Força Aérea e um subalteerno...
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET, toda a indústria portuguesa dos anos 50, 60 e 70 do Século XX recuou mais cem anos a seguir ao 25 de Abril de 1974.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos anos 50, 60 e 70 do Século XX uma renda de casa rondava os 10% de um ordenado da classe média baixa… hoje uma renda de casa leva metade de um salário médio... SEM COMPUTADORES NEM INTERNET, tinha mais aviões nos meados do Século XX só numa unidade de treino da Força Aérea Portuguesa, do que tem hoje toda a arma com três vezes mais efectivos.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Com todos os ditos “terrores” nos meados do Século XX se precisávamos de um agente da autoridade tínhamos de o procurar… hoje temos mais policia a "encaixotar" adeptos de um jogo de futebol do que militares na Praça do Coméricio nas comemorações do 10 de Junho.
SEM COMPUTADORES NEM INTERNET. Nos meados do Século XX nós não sabíamos quem eram os ministros... Nem interessava. Importante era saber que a honestidade de quem governava estava ao serviço do país. E isso chegava muito bem.
Pouco me interessa votar desde que quem governa me mereça todo o respeito.

(4)81anos1 (48).jpg

Aniceto Carvalho